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	<title>Márcio Goes &#187; Talentos da Escola</title>
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	<description>Crônicas sobre Educação, Política, Literatura Etc e tal</description>
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		<title>O estranho de cristal</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 08:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[cristal]]></category>
		<category><![CDATA[estranho]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/12/o-estranho-de-cristal.html' addthis:title='O estranho de cristal '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Por Daniel Portela Nunes Daniel portella Nunes, Professor de História. EEB Wanda Krieger Gomes, Caçador, SC.   Enquanto secava o vidro do espelho embaçado, depois do banho, pensava na quantidade de vezes que já repetira aquele gesto. Aquela mesma forma de segurar a toalha de rosto com a mão direita. A expressão fingindo surpresa ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/12/o-estranho-de-cristal.html' addthis:title='O estranho de cristal '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><div class="mceTemp mceIEcenter">
<p>Por Daniel Portela Nunes</p>
<dl id="attachment_845" class="wp-caption aligncenter" style="width: 445px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Daniel1.jpg"><img class="size-medium wp-image-845" title="Professor Daniel Portella Nunes" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Daniel1-300x245.jpg" alt="" width="435" height="345" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Daniel portella Nunes, Professor de História. EEB Wanda Krieger Gomes, Caçador, SC.</dd>
</dl>
</div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Enquanto secava o vidro do espelho embaçado, depois do banho, pensava na quantidade de vezes que já repetira aquele gesto. Aquela mesma forma de segurar a toalha de rosto com a mão direita. A expressão fingindo surpresa ao deparar-se com os cabelos desgrenhados, os olhos vermelhos pelo excesso de xampu, a mesma forma de segurar o velho pente escuro mal cheiroso enquanto recolocava a tolha de volta em seu lugar. Tentou repartir o cabelo de forma diferente, como já fizera milhares de vezes, mas ao abrir os olhos, novamente não viu uma figura recomposta e sim o mesmo rosto de tantos outros outonos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Aproximou o nariz cada vez mais daquela figura estranha e patética que o observava de outra dimensão até o ponto de se tocarem. Sua respiração tornou a embaçar a boca e o nariz de cristal, muito mais séria do que ele sempre imaginou. Franziu as sobrancelhas e lançou um último e fulminante olhar. Semelhante a uma luta de espadas eterna onde os combatentes se defenderiam com tanta paixão fosse por ódio ou por amor. Então recuou. Soltando de leve a respiração para comemorar a vitória. A toalha de novo, o pente de novo, o cabelo, desta vez para o lado certo, logo iria à sala e a poltrona. Novamente vencera o desafio, a provocação.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Mas dessa vez sentia nojo, raiva. Perguntava ao estranho desconhecido: O que ele estaria fazendo? Onde queria chegar? Realmente pelo quê era isso tudo?</span></span></p>
<p><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Fixando novamente os olhos percebeu que tanto fazia se os mantivesse abertos ou fechados. O estranho de dentro do vidro o fitava até mesmo no escuro de seu quarto, no vazio de sua cama onde por várias vezes tentou imaginar-se sem um corpo. Sem pernas doídas, sem braços cansados. Apenas energia e consciência vagas nos labirintos do nada inequívoco e ainda assim o encontrava em algum canto com um meio sorriso em algum canto da boca e um martelo nas mãos a contar e julgar suas ações.</span></span>
<p><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Às vezes discutiam, às vezes trocavam confidências e às vezes enquanto um trabalhava, o outro cantava feliz em uma praia deserta. De vez em quando invertiam.</span></span></p><p style="float: left;"><script type="text/javascript"><!--
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<p><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Varias vezes se perguntara: Qual dos dois seria o verdadeiro? A figura do martelo na mão e dos cantos escuros (ou claros) da consciência? Ou aquele do lado de cá da bancada onde poderia segurar o pente e a toalha e depois correr se refugiar na poltrona?</span></span></p>
<p><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Antes de abrir a porta do banheiro, uma rápida olhadinha para trás, um sorriso e a sensação de ter vencido mais uma vez. Até quando não sabia.</span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Daniel Portella Nunes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Professor de História</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>EEB Wanda Krieger Gomes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Caçador, SC</strong></span></span></p>
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		<title>“Eu entendo vocês”</title>
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		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/11/%e2%80%9ceu-entendo-voces%e2%80%9d.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 01:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel]]></category>
		<category><![CDATA[vencedor]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/11/%e2%80%9ceu-entendo-voces%e2%80%9d.html' addthis:title='“Eu entendo vocês” '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>  Ainda era um acadêmico de letras no antigo campus da Unc Caçador, quando, em 2002 encontrei um dos maiores exemplos na profissão que eu estava abraçando: a professora Ilse, que numa de suas aulas nos trouxe outro exemplo de vida. Trata-se da história de Gabriel Emmer:   O Gabriel nasceu com paralisia cerebral que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/11/%e2%80%9ceu-entendo-voces%e2%80%9d.html' addthis:title='“Eu entendo vocês” '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;"> </p>
<p>Ainda era um acadêmico de letras no antigo campus da Unc Caçador, quando, em 2002 encontrei um dos maiores exemplos na profissão que eu estava abraçando: a professora Ilse, que numa de suas aulas nos trouxe outro exemplo de vida. Trata-se da história de Gabriel Emmer:</p>
<p style="text-align: center;"><img title="Gabriel Emmer" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/OgAAAPtxLcgiHMwVIea8mo3vdBMu5cbzEZSPQSmtcOdeaVfi_EWH28k8rpEr7uWhhF7OQQ8IZcXBgkZYUMRsdZIw_jAAm1T1UDt5dZI6nSmC_zUxqCZliFRkTQeG-21-290x300.jpg" alt="Gabriel Emnmer" width="290" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>O Gabriel nasceu com paralisia cerebral que afetou severamente o desenvolvimento de sua coordenação motora, jamais seria capaz de falar, andar, ou ter domínio total sobre seus movimentos. Sua família, sobretudo dona Sofia, sua mãe, nunca teve vergonha ou reclamou do fardo. A partir do momento em que seu filho atingiu a idade escolar, caminhava com ele nos braços por quilômetros do interior do município até o ponto para pegar o ônibus da APAE&#8230;</p>
<p>Com o passar do tempo, vieram morar na cidade, mas a rotina continuava e assim, o Gabriel cresceu ao redor de pessoas, com exceção da família, que o tratavam como criança e subestimavam sua capacidade de compreender o mundo ao seu redor&#8230; Passavam-se os dias, e aquele jovem continuava sem progresso aparente, apesar dos inúmeros esforços das professoras que teimavam em alfabetizá-lo&#8230; Enquanto cuidavam, carinhosamente daquele jovem, faziam seu trabalho de alfabetização, aparentemente sem resposta para muitos, mas elas sabiam em cada sorriso, em cada olhar que o esforço estava sendo de grande valia&#8230;</p>
<p>Um dia, os alunos da APAE foram convidados a fazer uma experiência no laboratório de informática da Unc. Amarraram o Gabriel numa cadeira em frente a um computador e lá o deixaram&#8230; Alguns minutos depois, ouviu-se gritos inexprimíveis do jovem que reagia ao ver as letras correndo no descanso de tela&#8230; Todos ficaram assustados e então, a professora Ilse tomou uma atitude que mudaria a vida dele: Abriu o Word e pediu-lhe que escrevesse algo. Muito demoradamente, com a ajuda da professora para apoiar os braços, ele digitou, letra por letra:</p>
<p>“EU ENTENDO VOCÊS”</p>
<p>Palavras simples, corriqueiras, mas que, em vista da situação, tocam nos mais profundos e sublimes sentimentos humanos&#8230; Atitude que só foi possível depois da determinação de pessoas, que mesmo desacreditadas teimaram em alfabetizá-lo. Depois disso, foi dado a ele uma máquina de escrever que o permitiu declarar seus sentimento ante o mundo ao seu redor através de uma carta onde dizia ter consciência da própria deficiência e revelava a angústia que sentia quando era tratado com desprezo, ou de forma diferente das outras pessoas, só porque sua comunicação não poderia ser recíproca, já que até então, não lhe havia sido dada a devida oportunidade&#8230;</p>
<p>Passei a admirá-lo sem conhecê-lo e contava esta história a toda turma nova que eu assumia&#8230; Numa destas turmas, uma aluna se manifestou dizendo que o conhecia e queria nos levar para fazer-lhe uma visita, já que no dia seguinte haveria uma exposição na APAE. Consultei a direção e tive uma resposta negativa. Enquanto subia aqueles degraus, pensava numa maneira de dar a má notícia aos alunos. Ao dizer-lhes que o diretor não havia autorizado nossa saída no dia seguinte, a turma toda levantou-se e foram, em peso falar com ele. Diante de tamanha pressão, nosso gestor obrigou-se a autorizar o passeio, desde que este professor que vos escreve, ficasse responsável&#8230;</p>
<p>Era tudo o que eu queria!&#8230; Fomos a pé da escola Irmão Leo, que ainda funcionava nas dependências da antiga Universidade do Contestado, até e APAE e nenhum aluno ficou pelo caminho. Todos saíram e todos chegaram ao destino. Assistimos ao teatro e lá estava nosso herói, fazendo o papel de aluno, amarrado na cadeira de rodas, atuando com seu sorriso e seu olhar que nos fazem perceber o quanto são importantes as pequenas atitudes para transformar nosso dia, nossa vida e a vida daqueles que nos rodeiam&#8230; Buscamos coisas grandiosas e deixamos de perceber a ternura e o amor fraterno através de um tetraplégico que nos fala sem palavras que somos muito maiores do que pensamos&#8230; E que diante de Deus, somos todos iguais, embora nos julguemos uns melhores que outros&#8230;</p>
<p>Neste dia, vivi uma das maiores emoções de minha vida de educador: Ao terminar o teatro, dirigi-me até a sala onde o Gabriel expunha seus trabalhos, tendo em minhas mãos a cópia daquela primeira carta produzida numa antiga máquina de escrever, sentei-me ao seu lado, em cima de um lixeiro e, com a folha na mão, perguntei-lhe: “Gabriel, você conhece este texto?&#8230; A alegria tomou conta daquele corpo amarrado à cadeira de rodas e seu sorriso contagiou todo o ambiente. Então completei: “Aí fora tem trinta e poucos alunos que leram suas palavras e querem conhecê-lo”&#8230;</p>
<p>Com a ajuda de sua professora e de uma tabela onde ele me mostrava as letras do alfabeto, conversamos alguns minutos e o levamos até o pátio onde foi recebido com aplausos pela turma que me acompanhava naquela visita. Fizemos fotos, conversamos e meus alunos saíram dali, com certeza melhores, assim como eu, repensando muitos dos valores que prezamos em nossa breve vida terrena&#8230;</p>
<p>Minha emoção foi ainda maior alguns dias depois, quando recebi um bilhete digitado por ele, que entre outras, destaco as seguintes palavras dirigidas a minha pessoa: “Gostei de você porque me tratou normalmente”&#8230; Tenho certeza que fiz bem, porém se não soubesse, antecipadamente da história deste que tem nome de anjo, não teria a mesma atitude diante de uma pessoa tão especial&#8230; Hoje o entendo, graças à oportunidade que ele teve de, um dia, quase por acaso, ser o primeiro a dizer que nos entendia&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/OgAAAPtxLcgiHMwVIea8mo3vdBMu5cbzEZSPQSmtcOdeaVfi_EWH28k8rpEr7uWhhF7OQQ8IZcXBgkZYUMRsdZIw_jAAm1T1UDt5dZI6nSmC_zUxqCZliFRkTQeG-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-823" title="Gabriel Emmer se comunicando" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/OgAAAPtxLcgiHMwVIea8mo3vdBMu5cbzEZSPQSmtcOdeaVfi_EWH28k8rpEr7uWhhF7OQQ8IZcXBgkZYUMRsdZIw_jAAm1T1UDt5dZI6nSmC_zUxqCZliFRkTQeG-3-300x208.jpg" alt="O computador é sua comunicação com o mundo" width="300" height="208" /></a></p>
<p> </p>
<p>Agora, nos comunicamos, com certa periodicidade por correio eletrônico, tenho a alegria de encontrá-lo no MSN e no Orkut&#8230; É por essas e outras experiências que revigoro, a cada dia minha motivação para seguir a sublime profissão de professor, além de expressar minhas ideias através da palavra escrita, da mesma forma que o Gabriel&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net"><span style="font-size: small;"><strong>www.cacador.net</strong></span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: small;"><strong>www.portalcacador.com.br</strong></span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;" lang="pt-BR"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
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		<title>Até quando seremos ignorados?</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/07/ate-quando-seremos-ignorados.html</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[rede estadual]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/07/ate-quando-seremos-ignorados.html' addthis:title='Até quando seremos ignorados? '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>O texto a seguir é dos professores da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti, Caçador, SC. Porém, faço minhas as palavras deles e me solidarizo inteiramente com a causa já que trata-se de assuntos de interesse de todos nós, professores da rede estadual de Santa Catarina. A seguir, o texto na íntegra: ATÉ QUANDO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/07/ate-quando-seremos-ignorados.html' addthis:title='Até quando seremos ignorados? '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><span style="color: #ff0000;">O texto a seguir é dos professores da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti, Caçador, SC. Porém, faço minhas as palavras deles e me solidarizo inteiramente com a causa já que trata-se de assuntos de interesse de todos nós, professores da rede estadual de Santa Catarina.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A seguir, o texto na íntegra:</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>ATÉ QUANDO SEREMOS IGNORADOS?</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Numa sociedade democrática, pensar a educação e traçar suas diretrizes não pode ser privilégio de um pequeno grupo, deve ser o resultado de um amplo debate, envolvendo todos os agentes envolvidos no processo. No entanto, o que nós, professores, estamos vivenciando aqui na rede estadual de Santa Catarina é uma situação extremamente preocupante. Parece que nós, professores, somos sujeitos tornados objetos, colocados fora do processo histórico, fragmentados em nossa humanidade, retalhados, sufocados numa prática pedagógica contraditória, destituída do diálogo, como se fôssemos incapazes de pensar e tomar decisões.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Senão vejamos: </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O processo pedagógico de ensino e aprendizagem recebe pouca atenção e fica sob a responsabilidade de cada professor isolado em sua disciplina, em sua sala de aula. O que importa ao poder público não é discutir conteúdo, currículo&#8230; Importa o número de aprovação/reprovação. Quer dizer aprovação, número, quantidade, pois isso é o que dá legitimidade às ações governamentais. E a qualidade? Existe o louvável esforço de incluir no ensino regular os alunos com necessidades especiais e, dentro dos limites, estamos tendo sucesso nesse trabalho. E como fica a situação dos demais alunos da escola pública, uma vez que ao concluírem o ensino médio apresentam evidentes desvantagens em relação aos alunos da rede particular e, portanto, ficam excluídos das universidades públicas, dos bons empregos&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O ensino fundamental de 9 anos foi implantado de forma estranha. Resultado: criou-se um vácuo na seriação. Este ano (2010) não tem 5° ano. No próximo ano (2011) não haverá 6° ano. Diante do fato, o que vai acontecer com a carga horária dos professores efetivos numa escola, como a nossa, onde funcionam cinco quintas séries? Talvez a solução seja remanejar&#8230; Mas remanejar para onde se o fato ocorrerá em todas as escolas estaduais? E onde irão estudar os alunos dos 6º anos oriundos de escolas municipais? Ficarão sem estudar um ano, uma vez que a rede municipal não tem estrutura para absorver esses estudantes? Não seria o caso de se ter bom senso, e havendo a demanda, serem abertas turmas de 6º ano nas escolas da rede estadual? O que nos deixa intrigados é como as redes particulares e a rede municipal fizeram com tranqüilidade a transição dos 8 para os 9 anos sem deixar nenhum vácuo na seriação!&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Outra grave implicação do citado vácuo na seriação diz respeito à aprovação automática, que já foi implantada em algumas séries dos primeiros anos do ensino fundamental. Isso significa que o aluno, independente do que aprendeu ou não, será aprovado. Nós, professores, nos sentimos cada vez mais amarrados frente a tantas leis criadas para defender direitos de crianças e adolescentes, mas que esquecem de mencionar que, para cada direito conquistado, existe um dever a ser cumprido. E agora ainda por cima, não pode reprovar. Que motivação o aluno vai ter para se dedicar aos estudos, se sabe de antemão que independente do que fizer será aprovado? Como vamos cobrar posturas adequadas? Como vamos forjar o caráter da justiça baseado no princípio de que para cada ato existe uma consequência? E frente à complexidade do assunto, é insustentável o argumento de que isso tem a ver com a competência do professor (salvaguardadas as exceções), pois apesar do descaso como somos tratados, buscamos incessantemente estudar, planejar e tornar as aulas atrativas e com qualidade. E mesmo que fosse o caso, por que não implantam a aprovação automática na USP onde estão os melhores professores do Brasil? Fica claro que aprovação automática não tem nada a ver com qualidade&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nas primeiras séries do ensino fundamental foi decretado que avaliação deve ser descritiva. Em plena era da informatização em que os signos são cada vez mais condensados, preenchem-se folhas e mais folhas, com informações repetitivas, que ninguém, além do professor, irá ler, uma vez que a maioria dos pais não consegue interpretar os tais descritores</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">de cada disciplina. Para que sufocar o professor com tanto trabalho inútil? A avaliação expressa em números é absolutamente clara e transparente, acessível à leitura de qualquer cidadão. Não seria uma forma de mascarar a “real” qualidade da educação de nossa rede estadual? Não seria mais inteligente e “produtivo” que, ao invés de preencher papéis, nós, professores, tivéssemos um processo de formação permanente onde os tais descritores fossem compreendidos e incorporados à nossa prática pedagógica?</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Até ano passado, no ensino médio, o aluno reprovado em duas disciplinas poderia frequentar a série seguinte e fazer dependência para ser aprovado nas referidas disciplinas. Então, por decreto, o direito à dependência estendeu-se para as 7ª e 8ª séries. Bem, a escola está gerenciando o efetivo problema criado por tais dependências. Não há espaço físico para todos estes alunos frequentarem aulas no contraturno. Então, por decreto, novamente, acabaram-se as dependências! E os alunos que a freqüentam, deverão terminá-la até a metade do ano. Mais uma vez, decisão tomada e nenhum professor consultado. Mudaram-se as regras no meio do jogo (quer dizer, no meio do ano letivo). Por quê? Ninguém até agora apresentou uma justificativa convincente. Se é assim, por que, nós, professores, pensamos o processo pedagógico, elaboramos PPP e fazemos planejamento? Fica cada vez mais óbvio que tudo isso é perda de tempo. De uma hora para a outra as regras são outras e todo o trabalho que fizemos perde a validade&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O aluno que não atingiu média suficiente tem direito à recuperação paralela. Entende-se como recuperação paralela a revisão de prova e um reforço do conteúdo não apreendido. Isso feito com todos os alunos no tempo normal das aulas. Mas o resultado não está sendo satisfatório, apregoam os especialistas. Então vamos mudar! A partir de agora é assim: o aluno estuda o conteúdo, não atingiu a média; faz recuperação paralela, faz nova prova. Ah, mas ainda não atingiu? Mais uma chance, é claro! Vem à tarde, no contraturno, pois o professor estará ali para dar aulas particulares. Afinal para que servem as horas atividades? Lógico, não é para nós nos prepararmos para ministrar aulas de qualidade, ler, estudar, fazer avaliações e correções inerentes ao processo pedagógico. Pouco importa o conjunto! É preciso recuperar, recuperar, recuperar&#8230; E alguns ainda têm a audácia de exigir que a hora atividade deve ser cumprida exclusivamente na escola! Como conseqüência se instaura a política educacional do faz de conta. Como podemos aproveitar bem a tal de hora atividade em escolas que têm um computador para 40 professores, uma biblioteca sempre movimentada, uma sala de professores sem nenhuma possibilidade de concentração e barulho, muito barulho. Depois de nos submeter a essa prova insana, voltamos para casa, vamos à nossa biblioteca particular, ao nosso computador, ao nosso silêncio e fazemos todo o trabalho que não foi possível realizar nas horas atividades, inclusive nos finais de semana! Somos heróis da resistência? Até quando? Não é de se admirar que Santa Catarina deixou de ter a melhor educação do Brasil, segundo resultado do IDEB de 2009.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Não estamos aqui afirmando categoricamente que todas essas políticas estejam totalmente equivocadas. O Problema é que elas não levam em consideração a realidade da escola pública catarinense. O processo de recuperação paralela proposto seria pertinente numa escola que funcionasse apenas por um turno (pela manhã) e os professores fossem contratados por 40 horas, sendo que na parte da manhã ministrassem as aulas e à tarde cumprissem a hora atividade, ficando à disposição dos alunos para desenvolver projetos, fazer reforço escolar e recuperação, com espaço físico adequado e material didático suficiente. Mas a realidade não é essa! Especialistas que baixam tais decretos desconhecem o que é o chão da sala de aula com todas as mazelas, violência, desinteresse e por vezes a solidariedade e a genialidade que brotam mesmo num terreno tão hostil. Isso sem falar na superlotação de alunos e na precariedade do espaço físico! São as contradições sociais que ganham contorno no ambiente escolar e, inevitavelmente, se confrontam. E o professor mediador precisa dar conta do seu conteúdo, educar (porque, em muitos casos, já foi o tempo em que educação vinha de casa) e recuperar o que as outras instituições sociais não deram conta&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Então fica a dúvida: o poder público acredita que nós faremos o “milagre”, ou simplesmente não confia em nós e por isso sequer ouve a nossa opinião, nem faz uma leitura crítica da realidade das escolas públicas. O que esperamos do poder público catarinense? Esperamos que tenha discernimento para compreender, respeitar e apoiar a multiplicidade de experiências pedagógicas realizadas em nossas escolas, que saiba conviver com as diferenças, que incentive e pratique o diálogo e a construção de diversas propostas pedagógicas.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Queremos que nossos direitos sejam respeitados: formação permanente em serviço, acompanhada de condições concretas como melhoria salarial, progressão na carreira e avanço na escolaridade. Queremos resguardar, assim, a dimensão humana e a dimensão histórica que nos constitui, enquanto profissionais da escola pública catarinense. Uma proposta não se implanta de fora, mas se planta junto, na prática cotidiana e em meio a seus embates, confrontos e divergências. Mediante os fatos aqui mencionados, ainda não está claro para nós, qual é afinal a proposta pedagógica da secretaria estadual de educação e da gerência regional de educação.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Colegas professores, este texto pretende ser o início de uma discussão sobre a educação em Santa Catarina a partir das experiências que vivenciamos concretamente em sala de aula. Temos consciência do nosso papel fundamental na melhoria da qualidade da educação. Não são os prédios (diga-se de passagem, bastante precários), nem tecnologia, nem uniforme&#8230; que farão a diferença. Mas o efetivo trabalho do educador em sala de aula. Infelizmente cada vez mais nossa profissão está desprestigiada, sendo menor o número de jovens que desejam ser professores. Diante disso, o que será do futuro? Por isso, não podemos mais deixar de manifestar nossa opinião. E se você concordar conosco, repasse este manifesto para seus colegas professores e outras pessoas interessadas em melhorar o nível de educação do povo catarinense.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Professores(as) da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Caçador SC, 14 de julho de 2010.</strong></span></span></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>O Cronista na Escola</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 03:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/07/o-cronista-na-escola.html' addthis:title='O Cronista na Escola '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Por: Clarice Hauffe               Na terça-feira, dia 13 de julho, o professor e escritor Márcio Roberto Goes esteve na Escola Municipal de Educação Básica Pierina Santin Perret. Na ocasião conversou sobre sua experiência enquanto escritor, cronista e professor com os alunos das duas oitavas séries. O evento faz parte do processo da II Olimpíada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/07/o-cronista-na-escola.html' addthis:title='O Cronista na Escola '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>Por: Clarice Hauffe</p>
<div id="attachment_753" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Pierina.jpg"><img class="size-medium wp-image-753 " title="Pierina" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Pierina-300x225.jpg" alt="Professor Márcio com alunos da escola Pierina Santin Perret, Caçador, SC" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Márcio com alunos da escola Pierina Santin Perret, Caçador, SC</p></div>
<p> </p>
<p>            Na terça-feira, dia 13 de julho, o professor e escritor Márcio Roberto Goes esteve na Escola Municipal de Educação Básica Pierina Santin Perret. Na ocasião conversou sobre sua experiência enquanto escritor, cronista e professor com os alunos das duas oitavas séries. O evento faz parte do processo da II Olimpíada Nacional de Língua Portuguesa que está acontecendo em todo o Brasil. Os alunos das escolas públicas estão sendo desafiados a escrever textos em diferentes gêneros literários, no caso das oitavas séries, o gênero é crônica.</p>
<p>            Márcio cativou os estudantes com seu humor, espontaneidade e simplicidade ao tratar temas pertinentes à realidade pessoal e social dos cidadãos caçadorenses. Destacou, entre outros, a importância de se valorizar os pais e os professores como formadores da base da personalidade de cada indivíduo.</p>
<p>            O cronista também apresentou o livro “Antologia Delicatta IV”, trata-se de uma coletânea de poesias, contos e crônicas de jovens escritores brasileiros e portugueses. Três crônicas do escritor caçadorense fazem parte da obra o que impressionou muito os alunos pelo fato de um cronista da nossa terra estar recebendo o reconhecimento a que, com certeza, faz jus devido à qualidade do trabalho que realiza.</p>
<p>            A presença de Márcio na escola foi um momento de alegria, emoção, poesia e aprendizagem. Contribuiu para reforçar a importância da leitura e da escrita como ferramentas essenciais para a apropriação da língua portuguesa. E deixou claro que o escritor é uma pessoa comum e não “um ser encantado” que vive fora da realidade.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Professora de Português: Clarice Hauffe</span></p>
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		<title>Uma preocupação constante</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 18:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/04/uma-preocupacao-constante.html' addthis:title='Uma preocupação constante '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Por Adriano Sievers   Apesar do avanço tecnológico, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos, pois existem populações em completa miséria, a paz é interrompida e, além do mais o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico. Embora o planeta disponha de riquezas incalculáveis, estas mal distribuídas, quer entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/04/uma-preocupacao-constante.html' addthis:title='Uma preocupação constante '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><span style="color: #0000ff;">Por Adriano Sievers </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"> </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"></p>
<div id="attachment_685" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PascoaWanda-021.jpg"><img class="size-medium wp-image-685" title="Adriano 102" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PascoaWanda-021-300x246.jpg" alt="Aluno de ensino médio matutino EEEB Wanda Krieger Gomes" width="300" height="246" /></a><p class="wp-caption-text">Adriano Sievers</p></div>
<p></span></p>
<p>Apesar do avanço tecnológico, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos, pois existem populações em completa miséria, a paz é interrompida e, além do mais o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.</p>
<p>Embora o planeta disponha de riquezas incalculáveis, estas mal distribuídas, quer entre estados quer entre indivíduos, encontramos muitos famintos em pontos específicos da Terra.</p>
<p>Nos países de 3º mundo sobre tudo em certas regiões da África, vemos, com tristeza a falência da solidariedade humana e da colaboração entre as nações.</p>
<p>Além disso, nestas últimas décadas, temos assistido, com certa preocupação aos inúmeros conflitos internacionais que se sucedem. Muitos trazem na memória tristes lembranças guerras as quais provocaram grande extermínio e, que, tanta apreensão nos causa.</p>
<p>Outra preocupação constante é o desequilíbrio ecológico provocado pela ambição desmedida de alguns, que promovem desmatamentos desordenados e poluem as águas dos rios. Tais atitudes contribuem para que o meio ambiente, em virtude de tantas agressões, acabe por se transformar em local inabitável.</p>
<p>Os habitantes da cidade de São Paulo passam diariamente por algumas dificuldades, pois há muita degradação ambiental, o transito é lento pela grande movimentação de veículos auto-motores e além do mais, a violência é um grande problema.</p>
<p>Embora São Paulo seja desenvolvida , isso não significa que é bem zelada biodiversificadamente, pois há uma grande degradação ambiental, a poluição do Tietê , e não há matas conservadas. Assim a cidade cresce em desenvolvimento e cai em índices de preservação ecológica.</p>
<p>Além disso, o transito é muito lento porque há muitos carros para pouco espaço causando os conhecidos congestionamentos. Isso provoca os acidentes que muitas vezes levam a morte de pessoas civis. Outra consequência é a super lotação dos hospitais que sempre estão cheios de acidentados no trânsito Paulistano.</p>
<p>A principal preocupação, e mais grave é a violência, os assassinatos, assaltos pelo motivo da miséria. Isso acontece geralmente nas favelas porque São Paulo cresce muito para pouco espaço causando as favelas que muitas vezes são responsáveis pela violências.</p>
<p>Em virtude do que se foi mencionado, chega-se a uma conclusão, de que São Paulo é uma cidade caótica que um dia ainda vai parar por causa da violência, da degradação ambiental e do trânsito. São Paulo vai acabar matando a si próprio. Assim somos levados a acreditar que o homem está muito longe de solucionar os grandes problemas que afligem diretamente uma grande parcela da humanidade. É desejo de todos nós que algo seja feito no sentido de conter essas forças ameaçadoras, para que possamos suportar as adversidades e construir um mundo em que serrá mais facilmente habitado pelas gerações futuras.</p>
<p style="text-align: right;"> <span style="color: #0000ff;">Adriano Sievers</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #0000ff;">1º ano 02 matutino</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #0000ff;">EEEB Wanda Kriguer Gomes</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #0000ff;">Caçador, SC</span></p>
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		<title>O planeta em crise</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 03:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/04/o-planeta-em-crise.html' addthis:title='O planeta em crise '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>  Por: Diessa Aparecida Faria   Muitas vezes para mantermos uma aparência boa na sociedade cada mês trocamos alguma coisa ou às vezes nem leva um mês. Não imaginamos, o quanto destruímos o planeta cada vez que compramos um eletrônico. na compra de um produto jogamos o que já não tem valor, e ai vem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/04/o-planeta-em-crise.html' addthis:title='O planeta em crise '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><span style="color: #ff0000;">  Por: D<span style="font-size: medium;">iessa Aparecida Faria</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: medium;">Muitas vezes para mantermos uma aparência boa na sociedade cada mês trocamos alguma coisa ou às vezes nem leva um mês.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: medium;">Não imaginamos, o quanto destruímos o planeta cada vez que compramos um eletrônico. na compra de um produto jogamos o que já não tem valor, e ai vem a pergunta:- para onde o lixo que jogamos vai?- para um enorme buraco aonde toda essa toxina vai com ele. Com isso, contribuímos com o desmatamento. O lixo jogado, entretanto, ajuda na destruição do planeta. Analise assim!!</span></span></p>
<p><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: medium;">Temos algo velho jogamos e compramos algo novo que nos satisfaça, mas lembre! Cada vez que contribuímos para o capitalismo agredimos o ecossistema.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: medium;">E isso vai refletir numa sociedade ano após ano. Você não precisa ficar com suas coisas velhas, mas reflita faça uma reciclagem não ajudará muito, mas com certeza você estará salvando muitas vidas&#8230;</span></span></p>
<p style="text-align: right;">  <span style="color: #ff0000;">Aluna: Diessa Aparecida Faria</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Escola: Wanda Krieguer Gomes</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Série: 2º ano 01 matutino &#8211;  Ensino Médio </span></p>
<p style="text-align: right;">Caçador, SC</p>
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		<title>A Globalização</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 04:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/03/a-globalizacao.html' addthis:title='A Globalização '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>  Por: Amariles Paloma Rodrigues Cada vez mais o planeta, pessoas e animais sofrem diariamente com o calor, fome, sede&#8230; Isso acontece porque, as pessoas fazem uma globalização corrupta, sem limites, as florestas estão sendo destruídas para fazer algo que, muitas vezes, é insignificante, a produção de coisas como eletrodomésticos está aumentando, e essas coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/03/a-globalizacao.html' addthis:title='A Globalização '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p> </p>
<p>Por: Amariles Paloma Rodrigues</p>
<div id="attachment_651" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Suca-025.jpg"><img class="size-medium wp-image-651" title="Suca 025" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Suca-025-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Talentos da escola: Amariles Paloma Rodrigues</p></div>
<p>Cada vez mais o planeta, pessoas e animais sofrem diariamente com o calor, fome, sede&#8230;</p>
<p>Isso acontece porque, as pessoas fazem uma globalização corrupta, sem limites, as florestas estão</p>
<p>sendo destruídas para fazer algo que, muitas vezes, é insignificante, a produção de coisas como eletrodomésticos está aumentando, e essas coisas estão virando lixo rapidamente. Além disso, por causa de dinheiro, vários animais morrem diariamente no mundo todo.</p>
<p>No planeta existe uma lei fundamental tanto para os humanos quanto para os animais. Um bando de animais têm líder que manda e orienta o grupo, as pessoas também têm um líder, para nós é o governo, a única diferença entre os líderes é que no mundo animal não existe dinheiro, portanto não há corrupção. Além dos governos humanos, existe as ceitas que crescem rapidamente e acabam mandando no sistema global, sendo assim, elas ficam mais fortes que os próprios governos.</p>
<p>A extração de recursos naturais do planeta, acontece para fazer a produção de algo tão simples, mas que acaba sendo prejudicial para nós. O mundo todo já perdeu 80%de nossas florestas. Outros recursos naturais como a água, o ar e as montanhas, estão se acabando fazendo com que os fenômenos naturais aconteçam com mais força.</p>
<p>Com o aumento da extração e a diminuição de consciência coisas fabricadas no mundo e que muitas vezes levamos para casa vira lixo em menos de seis meses, esses lixos vão muitas vezes para a incineração. Essas duas formas são prejudiciais ao nosso planeta, sabendo que isso não faz bem para nós, as pessoas tinham que ter consciência, e reciclar porque reciclando diminui o lixo e aumenta as chances de termos uma vida saudável.</p>
<p>Muitas vezes pensamos que ninguém faz nada para ajudar, mas estamos errados. Porquê?</p>
<p>Porque existem pessoas que cuidam do planeta, reciclam e trabalham com consciência, não entram no ciclo de ver, trabalhar e comprar, pensam duas vezes antes de agir, por isso agem com consciência. Faça isso você também, cuide do planeta e pode ter certeza cuidando dele você vai estar cuidando de você mesmo.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Amariles Paloma Rodrigues</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Curso: Ensino Médio</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Série:1ª Turma 04 Noturno</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">EEEB Wanda Krieger Gomes</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Caçador, SC</span></p>
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		<title>Conscientização</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/conscientizacao.html</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 03:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/03/conscientizacao.html' addthis:title='Conscientização '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Por: Suelen Alves   Quando falamos em politica logo vem na nossa cabeça a palavra “ladroagem”. Mas isso não deveria acontecer, deveríamos pensar em “retorno”: de benefícios para a população. Isso infelizmente não chega para nós, porque o que se vê hoje em dia, são políticos que se dizem moralmente corretos nos roubando descaradamente, nos passando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2010/03/conscientizacao.html' addthis:title='Conscientização '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>Por: Suelen Alves </p>
<div id="attachment_648" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SucaEscola.jpg"><img class="size-medium wp-image-648" title="SucaEscola" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SucaEscola-300x260.jpg" alt="" width="300" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">Talentos da Escola: Suelen Alves</p></div>
<p><strong> </strong>Quando falamos em politica logo vem na nossa cabeça a palavra “ladroagem”.<strong> </strong>Mas isso não deveria acontecer, deveríamos pensar em “retorno”: de benefícios para a população. Isso infelizmente não chega para nós, porque o que se vê hoje em dia, são políticos que se dizem moralmente corretos nos roubando descaradamente, nos passando a impressão de que não se importam conosco; de que não querem mudar o país, mas sim suas contas bancárias. Parece que não podemos mais confiar em ninguém, está na hora de fazer uma mudança: tirando os desinteressados e colocando gente nova, que vise o avanço do país. </p>
<p>Hoje isso está assim porque o eleitor também tornou-se desinteressado, vota no primeiro que lhe vem na cabeça; não analisa as propostas. Às vezes é comprado, sem perceber que essa “troca de favores” é também uma forma de corrupção. Há muita falta de conhecimento e falta de querer mudar sua própria vida, o eleitor está conformado com seu salário, com o modo de vida, parece que se conformou em saber que está sendo roubado. E ainda dizem por aí que a politica é uma merda (não encontrei outra palavra). A politica virou no que virou porque relaxamos, não avaliamos direito os candidatos e por desinteresse </p>
<p>Se isso algum dia vai mudar? Fica difícil de responder, mas se nos unirmos e pensarmos em nós e em nossos futuros filhos, no nosso planeta, que também sente os efeitos colaterais da má-politica com a ideia de querer produzir mais do que pode, se pensarmos em tudo isso estaremos conscientizados e prontos para a mudança. Como eu disse em 2006 na coluna Talentos da Escola, do Jornal Informe: “Espero que desta vez&#8230;façamos a escolha certa&#8230;” E esta escolha certa começa quando o eleitor parar para ouvir as propostas. Ou é isso, ou o Brasil não vai pra frente. </p>
<p><span style="font-size: medium;"><em> </em></span> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;"><em>Suelen Alves</em></span> </p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #ff0000;">Acadêmica de Artes Visuais</span></em> </p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #ff0000;">UNIARPE &#8211; Universidade do Autovale do Rio do Peixe</span></em> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;"><em><span style="font-size: medium;">Aluna do </span></em><span style="font-size: medium;"><em>Curso: Técnico em Edificações </em></span></span> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;"><em>Série: 2ª – Turma – 05 matutino/vespertino</em></span> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;"><em>E.E.E. Básica Wanda Krieger Gomes </em></span> </p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #ff0000;">Caçador, SC</span></em> </p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: medium;"><em> </em></span> </p>
<p><em> </em>  </p>
<p style="text-align: right;"> </p>
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		<title>Carta ao Trema</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2009/04/carta-ao-trema.html</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 04:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[reforma ortográfica]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2009/04/carta-ao-trema.html' addthis:title='Carta ao Trema '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>(Por: Andressa Aparecida Faria)   Querido trema:                           Sinto muito sua falta, éramos companheiros inseparáveis, me lembrei de quando nós brigávamos, eu tentava te esquecer, mas sempre tinha alguém que me lembrava de você. Estava sempre na sua, não mexia com ninguém, ainda não me conformo. Lembra da vez em que você teve a ideia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2009/04/carta-ao-trema.html' addthis:title='Carta ao Trema '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>(Por: <strong>Andressa Aparecida Faria)</strong></p>
<p> </p>
<p>Querido trema:</p>
<p>                          Sinto muito sua falta, éramos companheiros inseparáveis, me lembrei de quando nós brigávamos, eu tentava te esquecer, mas sempre tinha alguém que me lembrava de você.<br />
Estava sempre na sua, não mexia com ninguém, ainda não me conformo. Lembra da vez em que você teve a ideia (que também está sozinha agora) de visitarmos a casa das jiboias (pobrezinhas perderam uma parte de si)<br />
No começo era uma ideia muito louca, até achei que você estava paranoico          (mais uma das pobres palavras desamparadas), mas depois acabei aceitando.<br />
Lembro como se fosse hoje da nossa viajem ao Piauí (que ainda está acentuado) você morreu de medo quando viu um tuiuiú você o achou muito feio. Depois tomamos umas e outras na Baiuca (agora vazia) e pegamos a autoestrada (que não está mais separada)<br />
O primeiro dia em que marcamos de sair foi o dia em que fizemos pipoca no micro-ondas (funcionando com -) e alugamos o filme de terror: “o dia em que o vice-presidente assumiu o cargo”, você ficou com muito medo e pulou em cima do meu U e de lá não saiu mais (até o começo de 2009). Faz muito tempo que é amigo, não me conformo com a separação.<br />
Mas ainda bem que você continua lá em cima do Müller, assim posso te visitar de vez em quando.</p>
<p>Beijos<br />
linguiça</p>
<p><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/40600001.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-334" title="40600001" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/40600001-300x245.jpg" alt="40600001" width="300" height="245" /></a></p>
<p style="text-align: right;">
<strong>Andressa Aparecida Faria<br />
1º 01 matutino<br />
Ensino médio<br />
Escola: Wanda Krieguer Gomes<br />
Caçador, SC, Brasil</strong></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=333&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Um sonho que pode se transformar em realidade</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2009/03/um-sonho-que-pode-se-transformar-em-realidade.html</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 01:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2009/03/um-sonho-que-pode-se-transformar-em-realidade.html' addthis:title='Um sonho que pode se transformar em realidade '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div> Hoje, cinco e quarenta e cinco da manhã de sábado, após retornar da balada, um sono &#8220;do cão&#8221; abatia meus olhos, quase sem sentir os movimentos de minhas pernas de tanto dançar e pular a noite toda, deito na cama sem tirar os sapatos, coisa que não sou acostumado a fazer normalmente&#8230;  Começo a pensar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.marciogoes.com.br/2009/03/um-sonho-que-pode-se-transformar-em-realidade.html' addthis:title='Um sonho que pode se transformar em realidade '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/talentos.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-327" title="talentos" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/talentos-287x300.jpg" alt="talentos" width="287" height="300" /></a> Hoje, cinco e quarenta e cinco da manhã de sábado, após retornar da balada, um sono &#8220;do cão&#8221; abatia meus olhos, quase sem sentir os movimentos de minhas pernas de tanto dançar e pular a noite toda, deito na cama sem tirar os sapatos, coisa que não sou acostumado a fazer normalmente&#8230;<br />
 Começo a pensar como minha escola seria linda se todos ajudassem na organização&#8230; Vejo todos em um “puxirão” … Para quem não sabe o que é puxirão, é quando todos se reúnem para juntos realizarem uma atividade qualquer&#8230; Nesse caso, a limpeza da escola&#8230;<br />
 Conversamos com o diretor e colocamos nossas ideias na prática. Ele não negou quando pedi para paralisar as aulas durante dois dias a fim de darmos uma “geral” na escola.<br />
 Era tão bonito de ver: uma equipe estava responsável pela limpeza dos papéis, outra já foi carpindo e arrancando os matos, que sem exagero, já alcançavam um metro de altura. Sobrou tempo até para plantar algumas árvores e criar uma área de descanso ao lado do ginásio com mesa e bancos.<br />
 Exausto de tanto trabalhar, deitei no banco que tínhamos construído e acabei caindo&#8230; Mas caindo da cama, pois tudo o que falei até agora, não passou de um sonho após a balada de sexta-feira à noite.<br />
 Por mais que tenha sido um sonho, mas essas ideias não me saíram da cabeça e sinceramente, se todos concordassem o diretor não iria se impôr de pararmos dois dias para limpar a escola. Afinal de contas, vai ser útil para nós mesmos e só temos a ganhar com isso. Quem sabe amanhã nossos filhos poderão estar estudando aqui&#8230;</p>
<p><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/talentos.jpg"></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Deoclécio de Souza<br />
1ª série 05 matutino<br />
Ensino médio<br />
Curso Técnico em edificações<br />
EEEB Wanda Krieger Gomes<br />
Caçador, SC Brasil</strong></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=326&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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