<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Márcio Goes &#187; Política</title>
	<atom:link href="http://www.marciogoes.com.br/category/politica/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.marciogoes.com.br</link>
	<description>Crônicas sobre Educação, Política, Literatura Etc e tal</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Jul 2010 03:12:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Até quando seremos ignorados?</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/07/ate-quando-seremos-ignorados.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/07/ate-quando-seremos-ignorados.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[rede estadual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=759</guid>
		<description><![CDATA[O texto a seguir é dos professores da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti, Caçador, SC. Porém, faço minhas as palavras deles e me solidarizo inteiramente com a causa já que trata-se de assuntos de interesse de todos nós, professores da rede estadual de Santa Catarina. A seguir, o texto na íntegra: ATÉ QUANDO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;">O texto a seguir é dos professores da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti, Caçador, SC. Porém, faço minhas as palavras deles e me solidarizo inteiramente com a causa já que trata-se de assuntos de interesse de todos nós, professores da rede estadual de Santa Catarina.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A seguir, o texto na íntegra:</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>ATÉ QUANDO SEREMOS IGNORADOS?</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Numa sociedade democrática, pensar a educação e traçar suas diretrizes não pode ser privilégio de um pequeno grupo, deve ser o resultado de um amplo debate, envolvendo todos os agentes envolvidos no processo. No entanto, o que nós, professores, estamos vivenciando aqui na rede estadual de Santa Catarina é uma situação extremamente preocupante. Parece que nós, professores, somos sujeitos tornados objetos, colocados fora do processo histórico, fragmentados em nossa humanidade, retalhados, sufocados numa prática pedagógica contraditória, destituída do diálogo, como se fôssemos incapazes de pensar e tomar decisões.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Senão vejamos: </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O processo pedagógico de ensino e aprendizagem recebe pouca atenção e fica sob a responsabilidade de cada professor isolado em sua disciplina, em sua sala de aula. O que importa ao poder público não é discutir conteúdo, currículo&#8230; Importa o número de aprovação/reprovação. Quer dizer aprovação, número, quantidade, pois isso é o que dá legitimidade às ações governamentais. E a qualidade? Existe o louvável esforço de incluir no ensino regular os alunos com necessidades especiais e, dentro dos limites, estamos tendo sucesso nesse trabalho. E como fica a situação dos demais alunos da escola pública, uma vez que ao concluírem o ensino médio apresentam evidentes desvantagens em relação aos alunos da rede particular e, portanto, ficam excluídos das universidades públicas, dos bons empregos&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O ensino fundamental de 9 anos foi implantado de forma estranha. Resultado: criou-se um vácuo na seriação. Este ano (2010) não tem 5° ano. No próximo ano (2011) não haverá 6° ano. Diante do fato, o que vai acontecer com a carga horária dos professores efetivos numa escola, como a nossa, onde funcionam cinco quintas séries? Talvez a solução seja remanejar&#8230; Mas remanejar para onde se o fato ocorrerá em todas as escolas estaduais? E onde irão estudar os alunos dos 6º anos oriundos de escolas municipais? Ficarão sem estudar um ano, uma vez que a rede municipal não tem estrutura para absorver esses estudantes? Não seria o caso de se ter bom senso, e havendo a demanda, serem abertas turmas de 6º ano nas escolas da rede estadual? O que nos deixa intrigados é como as redes particulares e a rede municipal fizeram com tranqüilidade a transição dos 8 para os 9 anos sem deixar nenhum vácuo na seriação!&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Outra grave implicação do citado vácuo na seriação diz respeito à aprovação automática, que já foi implantada em algumas séries dos primeiros anos do ensino fundamental. Isso significa que o aluno, independente do que aprendeu ou não, será aprovado. Nós, professores, nos sentimos cada vez mais amarrados frente a tantas leis criadas para defender direitos de crianças e adolescentes, mas que esquecem de mencionar que, para cada direito conquistado, existe um dever a ser cumprido. E agora ainda por cima, não pode reprovar. Que motivação o aluno vai ter para se dedicar aos estudos, se sabe de antemão que independente do que fizer será aprovado? Como vamos cobrar posturas adequadas? Como vamos forjar o caráter da justiça baseado no princípio de que para cada ato existe uma consequência? E frente à complexidade do assunto, é insustentável o argumento de que isso tem a ver com a competência do professor (salvaguardadas as exceções), pois apesar do descaso como somos tratados, buscamos incessantemente estudar, planejar e tornar as aulas atrativas e com qualidade. E mesmo que fosse o caso, por que não implantam a aprovação automática na USP onde estão os melhores professores do Brasil? Fica claro que aprovação automática não tem nada a ver com qualidade&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nas primeiras séries do ensino fundamental foi decretado que avaliação deve ser descritiva. Em plena era da informatização em que os signos são cada vez mais condensados, preenchem-se folhas e mais folhas, com informações repetitivas, que ninguém, além do professor, irá ler, uma vez que a maioria dos pais não consegue interpretar os tais descritores</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">de cada disciplina. Para que sufocar o professor com tanto trabalho inútil? A avaliação expressa em números é absolutamente clara e transparente, acessível à leitura de qualquer cidadão. Não seria uma forma de mascarar a “real” qualidade da educação de nossa rede estadual? Não seria mais inteligente e “produtivo” que, ao invés de preencher papéis, nós, professores, tivéssemos um processo de formação permanente onde os tais descritores fossem compreendidos e incorporados à nossa prática pedagógica?</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Até ano passado, no ensino médio, o aluno reprovado em duas disciplinas poderia frequentar a série seguinte e fazer dependência para ser aprovado nas referidas disciplinas. Então, por decreto, o direito à dependência estendeu-se para as 7ª e 8ª séries. Bem, a escola está gerenciando o efetivo problema criado por tais dependências. Não há espaço físico para todos estes alunos frequentarem aulas no contraturno. Então, por decreto, novamente, acabaram-se as dependências! E os alunos que a freqüentam, deverão terminá-la até a metade do ano. Mais uma vez, decisão tomada e nenhum professor consultado. Mudaram-se as regras no meio do jogo (quer dizer, no meio do ano letivo). Por quê? Ninguém até agora apresentou uma justificativa convincente. Se é assim, por que, nós, professores, pensamos o processo pedagógico, elaboramos PPP e fazemos planejamento? Fica cada vez mais óbvio que tudo isso é perda de tempo. De uma hora para a outra as regras são outras e todo o trabalho que fizemos perde a validade&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O aluno que não atingiu média suficiente tem direito à recuperação paralela. Entende-se como recuperação paralela a revisão de prova e um reforço do conteúdo não apreendido. Isso feito com todos os alunos no tempo normal das aulas. Mas o resultado não está sendo satisfatório, apregoam os especialistas. Então vamos mudar! A partir de agora é assim: o aluno estuda o conteúdo, não atingiu a média; faz recuperação paralela, faz nova prova. Ah, mas ainda não atingiu? Mais uma chance, é claro! Vem à tarde, no contraturno, pois o professor estará ali para dar aulas particulares. Afinal para que servem as horas atividades? Lógico, não é para nós nos prepararmos para ministrar aulas de qualidade, ler, estudar, fazer avaliações e correções inerentes ao processo pedagógico. Pouco importa o conjunto! É preciso recuperar, recuperar, recuperar&#8230; E alguns ainda têm a audácia de exigir que a hora atividade deve ser cumprida exclusivamente na escola! Como conseqüência se instaura a política educacional do faz de conta. Como podemos aproveitar bem a tal de hora atividade em escolas que têm um computador para 40 professores, uma biblioteca sempre movimentada, uma sala de professores sem nenhuma possibilidade de concentração e barulho, muito barulho. Depois de nos submeter a essa prova insana, voltamos para casa, vamos à nossa biblioteca particular, ao nosso computador, ao nosso silêncio e fazemos todo o trabalho que não foi possível realizar nas horas atividades, inclusive nos finais de semana! Somos heróis da resistência? Até quando? Não é de se admirar que Santa Catarina deixou de ter a melhor educação do Brasil, segundo resultado do IDEB de 2009.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Não estamos aqui afirmando categoricamente que todas essas políticas estejam totalmente equivocadas. O Problema é que elas não levam em consideração a realidade da escola pública catarinense. O processo de recuperação paralela proposto seria pertinente numa escola que funcionasse apenas por um turno (pela manhã) e os professores fossem contratados por 40 horas, sendo que na parte da manhã ministrassem as aulas e à tarde cumprissem a hora atividade, ficando à disposição dos alunos para desenvolver projetos, fazer reforço escolar e recuperação, com espaço físico adequado e material didático suficiente. Mas a realidade não é essa! Especialistas que baixam tais decretos desconhecem o que é o chão da sala de aula com todas as mazelas, violência, desinteresse e por vezes a solidariedade e a genialidade que brotam mesmo num terreno tão hostil. Isso sem falar na superlotação de alunos e na precariedade do espaço físico! São as contradições sociais que ganham contorno no ambiente escolar e, inevitavelmente, se confrontam. E o professor mediador precisa dar conta do seu conteúdo, educar (porque, em muitos casos, já foi o tempo em que educação vinha de casa) e recuperar o que as outras instituições sociais não deram conta&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Então fica a dúvida: o poder público acredita que nós faremos o “milagre”, ou simplesmente não confia em nós e por isso sequer ouve a nossa opinião, nem faz uma leitura crítica da realidade das escolas públicas. O que esperamos do poder público catarinense? Esperamos que tenha discernimento para compreender, respeitar e apoiar a multiplicidade de experiências pedagógicas realizadas em nossas escolas, que saiba conviver com as diferenças, que incentive e pratique o diálogo e a construção de diversas propostas pedagógicas.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Queremos que nossos direitos sejam respeitados: formação permanente em serviço, acompanhada de condições concretas como melhoria salarial, progressão na carreira e avanço na escolaridade. Queremos resguardar, assim, a dimensão humana e a dimensão histórica que nos constitui, enquanto profissionais da escola pública catarinense. Uma proposta não se implanta de fora, mas se planta junto, na prática cotidiana e em meio a seus embates, confrontos e divergências. Mediante os fatos aqui mencionados, ainda não está claro para nós, qual é afinal a proposta pedagógica da secretaria estadual de educação e da gerência regional de educação.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Colegas professores, este texto pretende ser o início de uma discussão sobre a educação em Santa Catarina a partir das experiências que vivenciamos concretamente em sala de aula. Temos consciência do nosso papel fundamental na melhoria da qualidade da educação. Não são os prédios (diga-se de passagem, bastante precários), nem tecnologia, nem uniforme&#8230; que farão a diferença. Mas o efetivo trabalho do educador em sala de aula. Infelizmente cada vez mais nossa profissão está desprestigiada, sendo menor o número de jovens que desejam ser professores. Diante disso, o que será do futuro? Por isso, não podemos mais deixar de manifestar nossa opinião. E se você concordar conosco, repasse este manifesto para seus colegas professores e outras pessoas interessadas em melhorar o nível de educação do povo catarinense.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Professores(as) da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Caçador SC, 14 de julho de 2010.</strong></span></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=759&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/07/ate-quando-seremos-ignorados.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A fé da minha infância</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/05/a-fe-da-minha-infancia.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/05/a-fe-da-minha-infancia.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 03:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Pe Zezinho SCJ]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=708</guid>
		<description><![CDATA[A lembrança mais remota que tenho em minha mente é de minha mãe fazendo um curativo em meu cotovelo, certamente fruto de alguma travessura, enquanto me ensinava a rezar o “Santo Anjo”. Eu não devia ter mais do que três anos&#8230; Daí para frente tive minha fé alimentada por minha mãe e pelas canções que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-7832808934670038";
/* Central */
google_ad_slot = "0743539469";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 60;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p><p style="text-align: left;">A lembrança mais remota que tenho em minha mente é de minha mãe fazendo um curativo em meu cotovelo, certamente fruto de alguma travessura, enquanto me ensinava a rezar o “Santo Anjo”. Eu não devia ter mais do que três anos&#8230; Daí para frente tive minha fé alimentada por minha mãe e pelas canções que falam das coisas de Deus, sobretudo a música do Padre Zezinho&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<div id="attachment_709" class="wp-caption aligncenter" style="width: 297px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PADRE-ZEZINHO-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-709" title="PADRE ZEZINHO 01" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PADRE-ZEZINHO-01-287x300.jpg" alt="A fé da minha infância" width="287" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: fanzineepisodiocultural.blogspot.com/2010/04/...</p></div>
<p>Quem de nós, trintões e quarentões católicos não teve a infância e a juventude embalada pela música deste que foi um dos primeiros sacerdotes cantores do Brasil?&#8230; Padre Zezinho SCJ, resiste ao tempo, aos modismos, ao fogo de palha&#8230; Depois dele vieram muitos que tiveram um surto de fama, aparecendo em todos os canais de TV aberta e, do nada, desapareceram&#8230; Deixaram de ser notícia, deixaram de interessar para “a poderosa do Plim! Plim!”&#8230;</p>
<p>Ele porém, não é uma estrela pop, não se rende aos interesses capitalistas das grandes redes de mídia e das gravadoras&#8230; É um servo de Deus, canta para evangelizar. Seu encontro com o público é muito bem fundamentado, traz conselhos que nos ajudam a manter os valores mais sublimes, inclusive a família, espécie em extinção na contemporaneidade&#8230; Vendo alguns trechos de seus shows na Internet, percebe-se que não existe apenas “Glória e Aleluia”, não vemos só mãos erguidas batendo palmas e louvando o Senhor&#8230; Claro que Louvar o Criador é importante para nós, criaturas humanas e limitadas, porém se estas canções não nos levarem à ação, de nada adianta o louvor sem obras que ajudem a melhorar a vida de nossos semelhantes&#8230;</p>
<p>Cresci ouvindo a “Utopia” de uma família muito distante da minha realidade, mas como toda utopia, ainda tenho esperança de ser o progenitor de uma delas&#8230; Vi minha mãe chorar cada vez que ouvia “Maria de minha infância” lembrando de minha avó que morreu aos cinquenta e oito anos. Mamãe viveu dez anos a mais, hoje eu ou ouço a mesma canção e sinto a mesma saudade&#8230; Sentimentos que nunca se esquece e que nos dão forças para continuar, embalados por canções que nos fazem crescer e amadurecer na fé e nas atitudes, tornando o mundo ao nosso redor muito mais fraterno&#8230; Mas não bastam as palavras bonitas, é necessário que elas provoquem reações que levam a ações concretas para nós e para nossos irmãos&#8230;</p>
<p>No mundo conturbado em que vivemos, parece fácil ficar algumas horas por semana cantando e louvando ao Senhor, fazendo calo na língua e nos joelhos de tanto orar, tentando “converter” aqueles que acreditamos estarem desviados, desrespeitando o livre arbítrio enquanto o próprio Deus o respeita&#8230; É muito cômodo acreditarmos numa salvação imediata, nos milagres que muitas vezes não são tão reais quanto parecem, dando a ilusão de que nada depende de nosso esforço, Deus faz tudo por nós&#8230;</p>
<p>Outro dia assisti na TV a um programa de uma igreja qualquer que divulgava testemunhos de alguns fiéis. Todos diziam ter enriquecido depois de se converterem para aquela “placa”. A vida era uma droga, entregue ao álcool e outros vícios e, de repente, tudo se transforma e conseguem ter dinheiro sobrando&#8230; Ora, o que sobra para uns, faz falta para outros&#8230; A fé que aprendi desde a minha infância não consegue acreditar numa religião que prega a exploração do homem pelo homem, onde seus fiéis se regozijam mostrando carros novos e casas luxuosas, adquiridas depois da conversão, enquanto muitos de seus semelhantes permanecem na mais lastimável e desassistida miséria&#8230; Estou certo de que não podemos generalizar, pois na sua maioria, as Igrejas Cristãs fazem também seu trabalho de educação para a cidadania além do louvor, porém aquelas de fundo de quintal, continuam a explorar os fiéis enchendo de “graças” a conta bancária de poucos&#8230;</p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/"><span style="font-size: small;">www.marciogoes.com.br</span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net/"><span style="font-size: small;">www.cacador.net</span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: small;">www.portalcacador.com.br</span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=708&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/05/a-fe-da-minha-infancia.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A solidão do álcool gel</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/05/a-solidao-do-alcool-gel.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/05/a-solidao-do-alcool-gel.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 May 2010 02:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[álcool gel]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[H1N1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=693</guid>
		<description><![CDATA[    A solidão é o pior dos sentimentos&#8230; Assola a alma e o coração de qualquer ser humano, ou não, animado, ou inanimado, ativo, ou inerte, útil, ou inútil&#8230; Em agosto do ano passado, vivenciei a extrema valorização de um produto quase em desuso por pessoas normais&#8230; O tal do álcool gel. Todo mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/CRISE-FINANCEIRA-GRIPE.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-694" title="CRISE-FINANCEIRA-GRIPE" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/CRISE-FINANCEIRA-GRIPE-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a></p>
<p>A solidão é o pior dos sentimentos&#8230; Assola a alma e o coração de qualquer ser humano, ou não, animado, ou inanimado, ativo, ou inerte, útil, ou inútil&#8230;</p>
<p>Em agosto do ano passado, vivenciei a extrema valorização de um produto quase em desuso por pessoas normais&#8230; O tal do álcool gel. Todo mundo tratou de se prevenir e adquirir seu potinho para fazer a higienização das mãos, por conta do tal H1N1. Dispensaram-se as aulas, proibiram-se os abraços e aglomerações em locais fechados, difundiu-se, mais do que nunca, a importância da higiene pessoal para nós e para as pessoas que nos rodeiam&#8230; E durante todo este tempo e em todos os lugares, lá estava ele: o álcool gel, seja em potinho, um frasco parafusado na parede, ou em embalagens menores que cabem no bolso e na bolsa&#8230;</p>
<p>Passado o perigo, voltamos a nos abraçar, nos aglomerar, espirrar e tossir sem medo&#8230; E o pobre do miserável do álcool gel foi esquecido, abandonado, deixado de lado&#8230; Já não tem mais tanta importância, já não vale mais a pena aderir a prevenção e a higiene&#8230;</p>
<p>Pobre álcool gel! Agora é só mais um artigo abandonado nas prateleiras das farmácias e supermercados&#8230; De vez em quando lembrado e visitado pelo espanador&#8230; Às vezes, alguém o pega na mão, sente o calor humano momentaneamente, mas é subitamente devolvido, pois existem outros artigos de maior importância a serem comprados&#8230; Não existe mais perigo, não é mais importante usá-lo na limpeza das mãos&#8230;</p>
<p>Mas o perigo está prestes a voltar, por isso já fui vacinado, passei um dia amuado, com sono por conta da reação que, segundo o que se divulga, é leve&#8230; Sendo assim, não quero conhecer a reação pesada, já que não conseguia manter meus olhos abertos durante os dois dias fatídicos seguintes à agulhada no glúteo&#8230; Mas valeu a pena&#8230; Estou imune, não corro mais o risco de ser contaminado pelo vírus da gripe suína que, na verdade, não tem nada a ver com porco&#8230; Aliás, o nome faz sentido, já que um dos fatores de risco é a falta de higiene e, teoricamente a metáfora faz sentido&#8230;</p>
<p>Porém, sou ultra-prevenido e já providenciei álcool gel a fim de imunizar também as pessoas ao meu redor numa possível volta do vírus&#8230; Mas eu sozinho não posso garantir a sobrevivência da espécie dos “álcool-gelicus”, portanto, quero conclamar a todos para me ajudarem a livrar da extinção esta importante espécie criada pelos cientistas, da mesma forma que foi criada, acidentalmente ou não, a própria influenza A, o HIV e tantas outras doenças do mundo moderno&#8230;</p>
<p>Por favor, não deixem o pobre potinho perecer&#8230; Será que ninguém se comove ao ver o miseravinho abandonado num canto escuro das lojas, supermercados e repartições públicas?&#8230; Será que ninguém vai acordar para a importância de salvar o álcool gel da extinção?</p>
<p>Será que vamos nos render novamente ao sistema que diz que tudo o que cai em desuso deve ser descartado?&#8230; Isso se faz com objetos, animais e até seres humanos, por conta de atos desumanos dos seus semelhantes que se julgam melhores só porque têm mais dinheiro ou detêm os meios de produção&#8230;</p>
<p>Parece estranho, mas não é&#8230; Tudo o que não serve aos poderosos deve cair na obsolescência&#8230; é natural que isso aconteça também com o pobrezinho do álcool gel&#8230;</p>
<p>Mas ele voltará, assim que os “grandes” acharem necessário&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/"><span style="font-size: xx-small;">www.marciogoes.com.br</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net/"><span style="font-size: xx-small;">www.cacador.net</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: xx-small;">www.portalcacador.com.br</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;" lang="pt-BR"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=693&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/05/a-solidao-do-alcool-gel.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Definido pré-candidato a deputado federal pelo PcdoB Caçador</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/04/definido-pre-candidato-a-deputado-federal-pelo-pcdob-cacador.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/04/definido-pre-candidato-a-deputado-federal-pelo-pcdob-cacador.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 05:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[PCdoB]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=690</guid>
		<description><![CDATA[  No último sábado, 24 de abril de 2010, reuniram-se a executiva do PCdoB Caçador, filiados e simpatizantes para discutirem e analisarem a atual conjuntura política nacional e estadual, além de traçar o campo de ação para as eleições 2010. Com a presença do pré-candidato a deputado estadual Cezar Valduga, ex-vereador de Chapecó, foram feitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>No último sábado, 24 de abril de 2010, reuniram-se a executiva do PCdoB Caçador, filiados e simpatizantes para discutirem e analisarem a atual conjuntura política nacional e estadual, além de traçar o campo de ação para as eleições 2010. Com a presença do pré-candidato a deputado estadual Cezar Valduga, ex-vereador de Chapecó, foram feitas algumas análises e possíveis alianças para o pleito que se aproxima, além de se confirmar a pré candidatura do professor Márcio Roberto Goes para deputado federal, sendo o único representante caçadorense nestas eleições para este cargo, até então&#8230;
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/pre.jpg"><img class="size-medium wp-image-691  aligncenter" title="pre" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/pre-300x248.jpg" alt="" width="300" height="248" /></a></p><p style="float: left;"><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-7832808934670038";
/* Central */
google_ad_slot = "0743539469";
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 60;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p></p>
<p>Confirmando o apoio a Dilma Rousseff para presidente e a Ideli Salvati para o governo do estado, os pré candidatos colocaram-se a disposição do partido e uma vez confirmadas suas candidaturas trabalharão para o fortalecimento das lutas populares no meio-oeste catarinense, buscando a eleição de representantes na assembleia legislativa de Santa Catarina e no Congresso Nacional.</p>
<p>Para o pré candidato a deputado federal, Márcio Goes, “é preciso darmos continuidade aos avanços conquistados pelo governo Lula. Muita coisa ainda precisa ser feita para melhorar a vida do povo brasileiro. A base da mudança está nas leis, torna-se necessário melhorá-las e, se for preciso, mudá-las, para tanto necessita-se de uma renovação no legislativo, por isso nos colocamos a disposição para defender os ideais das lutas populares nos legislativos estadual e federal&#8230;”</p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=690&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/04/definido-pre-candidato-a-deputado-federal-pelo-pcdob-cacador.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Globalização</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/a-globalizacao.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/a-globalizacao.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 04:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=650</guid>
		<description><![CDATA[  Por: Amariles Paloma Rodrigues Cada vez mais o planeta, pessoas e animais sofrem diariamente com o calor, fome, sede&#8230; Isso acontece porque, as pessoas fazem uma globalização corrupta, sem limites, as florestas estão sendo destruídas para fazer algo que, muitas vezes, é insignificante, a produção de coisas como eletrodomésticos está aumentando, e essas coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Por: Amariles Paloma Rodrigues</p>
<div id="attachment_651" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Suca-025.jpg"><img class="size-medium wp-image-651" title="Suca 025" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Suca-025-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Talentos da escola: Amariles Paloma Rodrigues</p></div>
<p>Cada vez mais o planeta, pessoas e animais sofrem diariamente com o calor, fome, sede&#8230;</p>
<p>Isso acontece porque, as pessoas fazem uma globalização corrupta, sem limites, as florestas estão</p>
<p>sendo destruídas para fazer algo que, muitas vezes, é insignificante, a produção de coisas como eletrodomésticos está aumentando, e essas coisas estão virando lixo rapidamente. Além disso, por causa de dinheiro, vários animais morrem diariamente no mundo todo.</p>
<p>No planeta existe uma lei fundamental tanto para os humanos quanto para os animais. Um bando de animais têm líder que manda e orienta o grupo, as pessoas também têm um líder, para nós é o governo, a única diferença entre os líderes é que no mundo animal não existe dinheiro, portanto não há corrupção. Além dos governos humanos, existe as ceitas que crescem rapidamente e acabam mandando no sistema global, sendo assim, elas ficam mais fortes que os próprios governos.</p>
<p>A extração de recursos naturais do planeta, acontece para fazer a produção de algo tão simples, mas que acaba sendo prejudicial para nós. O mundo todo já perdeu 80%de nossas florestas. Outros recursos naturais como a água, o ar e as montanhas, estão se acabando fazendo com que os fenômenos naturais aconteçam com mais força.</p>
<p>Com o aumento da extração e a diminuição de consciência coisas fabricadas no mundo e que muitas vezes levamos para casa vira lixo em menos de seis meses, esses lixos vão muitas vezes para a incineração. Essas duas formas são prejudiciais ao nosso planeta, sabendo que isso não faz bem para nós, as pessoas tinham que ter consciência, e reciclar porque reciclando diminui o lixo e aumenta as chances de termos uma vida saudável.</p>
<p>Muitas vezes pensamos que ninguém faz nada para ajudar, mas estamos errados. Porquê?</p>
<p>Porque existem pessoas que cuidam do planeta, reciclam e trabalham com consciência, não entram no ciclo de ver, trabalhar e comprar, pensam duas vezes antes de agir, por isso agem com consciência. Faça isso você também, cuide do planeta e pode ter certeza cuidando dele você vai estar cuidando de você mesmo.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Amariles Paloma Rodrigues</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Curso: Ensino Médio</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Série:1ª Turma 04 Noturno</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">EEEB Wanda Krieger Gomes</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Caçador, SC</span></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=650&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/a-globalizacao.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conscientização</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/conscientizacao.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/conscientizacao.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 03:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=647</guid>
		<description><![CDATA[Por: Suelen Alves   Quando falamos em politica logo vem na nossa cabeça a palavra “ladroagem”. Mas isso não deveria acontecer, deveríamos pensar em “retorno”: de benefícios para a população. Isso infelizmente não chega para nós, porque o que se vê hoje em dia, são políticos que se dizem moralmente corretos nos roubando descaradamente, nos passando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Suelen Alves </p>
<div id="attachment_648" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SucaEscola.jpg"><img class="size-medium wp-image-648" title="SucaEscola" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SucaEscola-300x260.jpg" alt="" width="300" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">Talentos da Escola: Suelen Alves</p></div>
<p><strong> </strong>Quando falamos em politica logo vem na nossa cabeça a palavra “ladroagem”.<strong> </strong>Mas isso não deveria acontecer, deveríamos pensar em “retorno”: de benefícios para a população. Isso infelizmente não chega para nós, porque o que se vê hoje em dia, são políticos que se dizem moralmente corretos nos roubando descaradamente, nos passando a impressão de que não se importam conosco; de que não querem mudar o país, mas sim suas contas bancárias. Parece que não podemos mais confiar em ninguém, está na hora de fazer uma mudança: tirando os desinteressados e colocando gente nova, que vise o avanço do país. </p>
<p>Hoje isso está assim porque o eleitor também tornou-se desinteressado, vota no primeiro que lhe vem na cabeça; não analisa as propostas. Às vezes é comprado, sem perceber que essa “troca de favores” é também uma forma de corrupção. Há muita falta de conhecimento e falta de querer mudar sua própria vida, o eleitor está conformado com seu salário, com o modo de vida, parece que se conformou em saber que está sendo roubado. E ainda dizem por aí que a politica é uma merda (não encontrei outra palavra). A politica virou no que virou porque relaxamos, não avaliamos direito os candidatos e por desinteresse </p>
<p>Se isso algum dia vai mudar? Fica difícil de responder, mas se nos unirmos e pensarmos em nós e em nossos futuros filhos, no nosso planeta, que também sente os efeitos colaterais da má-politica com a ideia de querer produzir mais do que pode, se pensarmos em tudo isso estaremos conscientizados e prontos para a mudança. Como eu disse em 2006 na coluna Talentos da Escola, do Jornal Informe: “Espero que desta vez&#8230;façamos a escolha certa&#8230;” E esta escolha certa começa quando o eleitor parar para ouvir as propostas. Ou é isso, ou o Brasil não vai pra frente. </p>
<p><span style="font-size: medium;"><em> </em></span> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;"><em>Suelen Alves</em></span> </p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #ff0000;">Acadêmica de Artes Visuais</span></em> </p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #ff0000;">UNIARPE &#8211; Universidade do Autovale do Rio do Peixe</span></em> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;"><em><span style="font-size: medium;">Aluna do </span></em><span style="font-size: medium;"><em>Curso: Técnico em Edificações </em></span></span> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;"><em>Série: 2ª – Turma – 05 matutino/vespertino</em></span> </p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;"><em>E.E.E. Básica Wanda Krieger Gomes </em></span> </p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #ff0000;">Caçador, SC</span></em> </p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: medium;"><em> </em></span> </p>
<p><em> </em>  </p>
<p style="text-align: right;"> </p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=647&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/conscientizacao.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Penico voador</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/penico-voador.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/penico-voador.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 04:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[penico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=636</guid>
		<description><![CDATA[João dos Sonhos Azuis recebeu, em seu trabalho, uma notícia nada agradável: a morte de seu pai a trezentos e cinquenta quilômetros de distância. Precisava viajar com urgência&#8230; Isso quer dizer revisão no fusquinha da cor de seus sonhos: documentos, extintor, pneus, freios&#8230; Tudo em ordem! E o resto? Bagagem, materiais de higiene pessoal, roupa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_637" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/a-urna.jpg"><img class="size-medium wp-image-637" title="a-urna" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/a-urna-300x193.jpg" alt="" width="240" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: http://rleite.wordpress.com/2008/11/</p></div>
<p>João dos Sonhos Azuis recebeu, em seu trabalho, uma notícia nada agradável: a morte de seu pai a trezentos e cinquenta quilômetros de distância. Precisava viajar com urgência&#8230; Isso quer dizer revisão no fusquinha da cor de seus sonhos: documentos, extintor, pneus, freios&#8230; Tudo em ordem! E o resto? Bagagem, materiais de higiene pessoal, roupa, calçado&#8230; É difícil pensar com discernimento depois de uma notícia dessas, afinal não é todo dia que se perde o pai&#8230; Lastimável, mas o jeito era engolir a realidade e juntar todas as forças para dirigir seu besourinho até o litoral&#8230; Tudo deveria ser organizado o mais rápido possível para seguir viagem de forma segura, apesar do grande abalo emocional que sofrera&#8230;</p>
<p>Enfia, então, sua família dentro de seu possante da cor do céu e pega a estrada&#8230; Até certa altura permanecem mergulhados num silêncio sepulcral que é quebrado por um de seus irmãos com a seguinte construção frasal: “Preciso mijá”&#8230; O recurso foi parar no posto do primeiro trevo&#8230; Depois da urinada, nosso sonhador órfão toma o rumo errado: “Estranho este caminho”&#8230; Admira-se João&#8230; “Não lembro de ter passado por aqui nas outras vezes”&#8230; “Estamos perdidos”, declara apavorada sua irmã&#8230;</p>
<p>Ao pedir informação, nosso sonhador de sonhos azuis a bordo de seu “herb-blue” descobre que viajou na direção errada por oitenta quilômetros tendo que retornar até o ponto da mijada fatídica, onde morava a confusão&#8230;</p>
<p>Enfim, nosso sonhador de sonhos azuis quase abortados pela morte de um ente querido retoma a direção certa para o funeral de seu progenitor&#8230;. Transita por estradas precárias onde até caminhões carregados de tora sofrem para fazer ultrapassagens a mais ou menos cinco quilômetros por hora&#8230; Finalmente chegam ao destino. João e seus irmãos conseguem velar em paz o corpo de seu pai&#8230;</p>
<p>Depois de uma noite inteira sem dormir, a viagem de volta é uma incógnita entre urinadas e buracadas que sempre aparecem de supetão em virtude das defecadas das autoridades na verba pública, tendo que escolher entre chegar vivo, ou inteiro&#8230; Precisando carregar bem a bateria de sua bola de cristal para descobrir, antecipadamente, as curvas e obstáculos, já que até a sinalização fugiu para meio do mato com medo do excremento em forma de buracos que abalam o fusquinha celestino e o bolso do nosso sonhador depois do orçamento para os reparos na suspensão que o deixa “mijando na barba” de raiva&#8230;</p>
<p>Nada trará seu pai de volta, porém o descaso com a qualidade das rodovias, obriga o João e milhões de motoristas por este Brasil afora a gastarem quantias desnecessárias em reparos que poderiam ser evitados se o dinheiro do pedágio fosse utilizado para os devidos fins&#8230; E para agravar, alguém o distrai por causa de um problema que seria perfeitamente resolvido com um penico&#8230; Bem, na estrada, nem mesmo penico resolve a diurese, nem a diarreia moral que somos obrigados a suportar por causa do descaso&#8230; Culpa nossa! Por que insistimos em confundir urna com penico?&#8230; Afinal, muita gente faz na urna (não a funeral, mas a de votação) o que o irmão do João fez naquele posto e o que as autoridades fazem com nossas estradas&#8230; Este ano vamos, de novo tentar escolher qual será o menos pior para continuar voando e se regozijando com nosso dinheiro. É preciso analisar muito bem nosso voto para que não ajudemos a encher as cuecas e as meias dos excelentíssimos novamente&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net"><span style="font-size: x-small;">www.cacador.net</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: x-small;">www.portalcacador.com.br</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/"><span style="font-size: x-small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/"><span style="font-size: x-small;"><strong>Jornal Fonte – Diocese de Caçador</strong></span></a></span></span></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=636&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/penico-voador.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Minha canção do exílio</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/minha-cancao-do-exilio-2.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/minha-cancao-do-exilio-2.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 03:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CaçadorSC]]></category>
		<category><![CDATA[canção do exílio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=627</guid>
		<description><![CDATA[Minha terra, palmeiras já não tem De vez em quando tem um sabiá, Tucano, “tico-tico no fubá” Pardais e as gralhas, só de vez em quando, Pois desmataram suas araucárias&#8230; Minha terra até já foi capital Da indústria, parreiras e pinheirais&#8230; As indústrias continuam fazendo Fortuna na mão de obra barata&#8230; As parreiras e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha terra, palmeiras já não tem</p>
<p>De vez em quando tem um sabiá,</p>
<p>Tucano, “tico-tico no fubá”</p>
<p>Pardais e as gralhas, só de vez em quando,</p>
<p>Pois desmataram suas araucárias&#8230;</p>
<p>Minha terra até já foi capital</p>
<p>Da indústria, parreiras e pinheirais&#8230;</p>
<p>As indústrias continuam fazendo</p>
<p>Fortuna na mão de obra barata&#8230;</p>
<p>As parreiras e os pinheirais?&#8230; Cadê?&#8230;</p>
<p>Minha terra, sem dúvida, já é</p>
<p>Da plantação de tomate capital&#8230;</p>
<p>Porém só vejo um fabuloso parque</p>
<p>Que mesmo no centro ainda não faz</p>
<p>Melhorar a vida do pobre povo &#8230;</p>
<p>Não aprendi a plantar, sequer colher&#8230;</p>
<p>Não sou corruptível politiqueiro&#8230;</p>
<p>Só sei usar estas poucas palavras</p>
<p>Parafraseando Gonçalves Dias</p>
<p>Pra com elas escrever meu protesto&#8230;</p>
<p>Na minha pequena “Canção do exílio”</p>
<p>Sem métrica, nem rima</p>
<p>Venho pedir socorro ao povo pobre</p>
<p>Pois, com amor, desta terra sou filho.</p>
<p>Terra que enobrece quem já é nobre,</p>
<p>Enquanto o povão, nos bairros sofre&#8230;</p>
<p style="text-align: right;">Márcio Roberto Goes</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.cacador.net">www.cacador.net</a></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/">www.portalcacador.com.br</a></p>
<p style="text-align: right;">Jornal Informe – O diário Regional</p>
<p style="text-align: right;">Jornal Fonte – Diocese de Caçador</p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=627&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/03/minha-cancao-do-exilio-2.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PCdoB Caçador tem dois pré-candidatos a deputado federal</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/02/pcdob-cacador-tem-dois-pre-candidatos-a-deputado-federal.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/02/pcdob-cacador-tem-dois-pre-candidatos-a-deputado-federal.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 02:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[PCdoB]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=609</guid>
		<description><![CDATA[O PcdoB (Partido Comunista do Brasil) realizou no sábado (20), junto à Câmara de Vereadores de Joaçaba, encontro macro-regional, reunindo mais de 20 municípios do oeste e meio-oeste catarinense. Os participantes fizeram uma análise do quadro conjuntural, em especial do Governo Lula. Na avaliação dos presentes é um governo vitorioso e que apresentou muitas mudanças, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Pcdob-logocacador2a.png"><img class="size-medium wp-image-614 alignleft" title="Pcdob-logocacador2a" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Pcdob-logocacador2a-300x286.png" alt="" width="215" height="205" /></a> O PcdoB (Partido Comunista do Brasil) realizou no sábado (20), junto à Câmara de Vereadores de Joaçaba, encontro macro-regional, reunindo mais de 20 municípios do oeste e meio-oeste catarinense.<span id="more-609"></span></p>
<p>Os participantes fizeram uma análise do quadro conjuntural, em especial do Governo Lula. Na avaliação dos presentes é um governo vitorioso e que apresentou muitas mudanças, em especial pelas políticas sociais adotadas. Este projeto deve continuar e para isso, o PCdoB contribuirá para a união da base de sustentação que hoje é composta por 14 partidos. Contudo, a candidatura do campo Lulista deve ir além da mera comparação entre os governos de FHC e Lula, devendo aprofundar os investimentos nas políticas sociais, aprofundando o papel do Estado, como forma de garantir maior distribuição de renda e as reformas tributárias e agrária.</p>
<p>Já no cenário estadual, o partido envidará os esforços para uma coligação que una os partidos progressistas e de esquerda, com especial atenção às discussões com o PT e o PDT, criando uma candidatura viável e que seja base de apoio à nacional.</p>
<p>O encontro deliberou e aprovou as pré-candidaturas a Deputado Federal do agricultor Gilberto Amaral, de Campo-erê e do ex-prefeito de Ipira: Comasseto, com base eleitoral em Concórdia. Para Deputado estadual definiu-se a pré-candidatura do ex-vereador de Chapecó, César Valduga. Ainda ficou definido que Chapecó buscará viabilizar uma pré-candidatura a Deputado Federal.</p>
<p>A executiva de Caçador, reuniu-se na tarde do dia 25 de fevereiro e decidiu por dois pré-candidatos a deputado federal: Márcio Roberto Goes, professor e escritor, e Paulo Sergio Moraes, também professor que já disputou as últimas eleições municipais como candidato a vereador. Ambos trabalharão para o fortalecimento do partido na região Oeste, apoiando a candidatura de Valduga para deputado estadual.</p>
<p><img class="alignright" title="PreCandidatos" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PreCandidatos-300x225.gif" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Neste sentido, o PCdoB poderá ter até cinco candidaturas a Deputado Federal pelo oeste e meio-oeste e uma a Deputado estadual.</p>
<p>Segundo o pré-candidato, Paulo Moraes, esta será uma luta de “Davi contra Golias”, visto que os principais adversários têm a máquina administrativa em mãos, mas o PcdoB, apesar de não ser sustentado por grandes empresários, busca o apoio dos trabalhadores e lideranças comunitárias, além de empresários que se identifiquem com os ideais socialistas.</p>
<p>Durante o mês de março, serão realizados inúmeros eventos festivos em comemoração aos 88 anos de fundação do PcdoB nacional. Nos meses de abril e maio serão realizados nove encontros microrregionais, nas seguintes cidades: São Miguel do Oeste, Campo-êre, Chapecó, Xanxerê, Concórdia; Capinzal/Ouro, Joaçaba, Lages e Caçador. Cada encontro desses deverá reunir os municípios vizinhos onde exista comissão provisória ou Diretório já formado.</p>
<p>Os encontros microrregionais servirão para debater e eleger as bandeiras das pré candidaturas a Deputado Federal e Estadual. A ênfase será na elaboração de um modelo de desenvolvimento desta região, que basicamente tem sua matriz econômica na agricultura e agro industria. Este modelo de desenvolvimento pressupõe o conhecimento das peculiaridades de cada microrregião, possibilitando assim formular uma proposta de forma coletiva e abrangente.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.pcdobcacador.org.br">www.pcdobcacador.org.br</a></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=609&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/02/pcdob-cacador-tem-dois-pre-candidatos-a-deputado-federal.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lula lá (III)</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/02/lula-la-iii.html</link>
		<comments>http://www.marciogoes.com.br/2010/02/lula-la-iii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 05:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marciogoes.com.br/?p=564</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/50SqAAjOvwI" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/50SqAAjOvwI"></embed></object></p>
<img src="http://www.marciogoes.com.br/?ak_action=api_record_view&id=564&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marciogoes.com.br/2010/02/lula-la-iii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
