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	<title>Márcio Goes &#187; Educação</title>
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	<description>Crônicas sobre Educação, Política, Literatura Etc e tal</description>
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		<title>Até quando seremos ignorados?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O texto a seguir é dos professores da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti, Caçador, SC. Porém, faço minhas as palavras deles e me solidarizo inteiramente com a causa já que trata-se de assuntos de interesse de todos nós, professores da rede estadual de Santa Catarina. A seguir, o texto na íntegra: ATÉ QUANDO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;">O texto a seguir é dos professores da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti, Caçador, SC. Porém, faço minhas as palavras deles e me solidarizo inteiramente com a causa já que trata-se de assuntos de interesse de todos nós, professores da rede estadual de Santa Catarina.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A seguir, o texto na íntegra:</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>ATÉ QUANDO SEREMOS IGNORADOS?</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Numa sociedade democrática, pensar a educação e traçar suas diretrizes não pode ser privilégio de um pequeno grupo, deve ser o resultado de um amplo debate, envolvendo todos os agentes envolvidos no processo. No entanto, o que nós, professores, estamos vivenciando aqui na rede estadual de Santa Catarina é uma situação extremamente preocupante. Parece que nós, professores, somos sujeitos tornados objetos, colocados fora do processo histórico, fragmentados em nossa humanidade, retalhados, sufocados numa prática pedagógica contraditória, destituída do diálogo, como se fôssemos incapazes de pensar e tomar decisões.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Senão vejamos: </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O processo pedagógico de ensino e aprendizagem recebe pouca atenção e fica sob a responsabilidade de cada professor isolado em sua disciplina, em sua sala de aula. O que importa ao poder público não é discutir conteúdo, currículo&#8230; Importa o número de aprovação/reprovação. Quer dizer aprovação, número, quantidade, pois isso é o que dá legitimidade às ações governamentais. E a qualidade? Existe o louvável esforço de incluir no ensino regular os alunos com necessidades especiais e, dentro dos limites, estamos tendo sucesso nesse trabalho. E como fica a situação dos demais alunos da escola pública, uma vez que ao concluírem o ensino médio apresentam evidentes desvantagens em relação aos alunos da rede particular e, portanto, ficam excluídos das universidades públicas, dos bons empregos&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O ensino fundamental de 9 anos foi implantado de forma estranha. Resultado: criou-se um vácuo na seriação. Este ano (2010) não tem 5° ano. No próximo ano (2011) não haverá 6° ano. Diante do fato, o que vai acontecer com a carga horária dos professores efetivos numa escola, como a nossa, onde funcionam cinco quintas séries? Talvez a solução seja remanejar&#8230; Mas remanejar para onde se o fato ocorrerá em todas as escolas estaduais? E onde irão estudar os alunos dos 6º anos oriundos de escolas municipais? Ficarão sem estudar um ano, uma vez que a rede municipal não tem estrutura para absorver esses estudantes? Não seria o caso de se ter bom senso, e havendo a demanda, serem abertas turmas de 6º ano nas escolas da rede estadual? O que nos deixa intrigados é como as redes particulares e a rede municipal fizeram com tranqüilidade a transição dos 8 para os 9 anos sem deixar nenhum vácuo na seriação!&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Outra grave implicação do citado vácuo na seriação diz respeito à aprovação automática, que já foi implantada em algumas séries dos primeiros anos do ensino fundamental. Isso significa que o aluno, independente do que aprendeu ou não, será aprovado. Nós, professores, nos sentimos cada vez mais amarrados frente a tantas leis criadas para defender direitos de crianças e adolescentes, mas que esquecem de mencionar que, para cada direito conquistado, existe um dever a ser cumprido. E agora ainda por cima, não pode reprovar. Que motivação o aluno vai ter para se dedicar aos estudos, se sabe de antemão que independente do que fizer será aprovado? Como vamos cobrar posturas adequadas? Como vamos forjar o caráter da justiça baseado no princípio de que para cada ato existe uma consequência? E frente à complexidade do assunto, é insustentável o argumento de que isso tem a ver com a competência do professor (salvaguardadas as exceções), pois apesar do descaso como somos tratados, buscamos incessantemente estudar, planejar e tornar as aulas atrativas e com qualidade. E mesmo que fosse o caso, por que não implantam a aprovação automática na USP onde estão os melhores professores do Brasil? Fica claro que aprovação automática não tem nada a ver com qualidade&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nas primeiras séries do ensino fundamental foi decretado que avaliação deve ser descritiva. Em plena era da informatização em que os signos são cada vez mais condensados, preenchem-se folhas e mais folhas, com informações repetitivas, que ninguém, além do professor, irá ler, uma vez que a maioria dos pais não consegue interpretar os tais descritores</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">de cada disciplina. Para que sufocar o professor com tanto trabalho inútil? A avaliação expressa em números é absolutamente clara e transparente, acessível à leitura de qualquer cidadão. Não seria uma forma de mascarar a “real” qualidade da educação de nossa rede estadual? Não seria mais inteligente e “produtivo” que, ao invés de preencher papéis, nós, professores, tivéssemos um processo de formação permanente onde os tais descritores fossem compreendidos e incorporados à nossa prática pedagógica?</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Até ano passado, no ensino médio, o aluno reprovado em duas disciplinas poderia frequentar a série seguinte e fazer dependência para ser aprovado nas referidas disciplinas. Então, por decreto, o direito à dependência estendeu-se para as 7ª e 8ª séries. Bem, a escola está gerenciando o efetivo problema criado por tais dependências. Não há espaço físico para todos estes alunos frequentarem aulas no contraturno. Então, por decreto, novamente, acabaram-se as dependências! E os alunos que a freqüentam, deverão terminá-la até a metade do ano. Mais uma vez, decisão tomada e nenhum professor consultado. Mudaram-se as regras no meio do jogo (quer dizer, no meio do ano letivo). Por quê? Ninguém até agora apresentou uma justificativa convincente. Se é assim, por que, nós, professores, pensamos o processo pedagógico, elaboramos PPP e fazemos planejamento? Fica cada vez mais óbvio que tudo isso é perda de tempo. De uma hora para a outra as regras são outras e todo o trabalho que fizemos perde a validade&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O aluno que não atingiu média suficiente tem direito à recuperação paralela. Entende-se como recuperação paralela a revisão de prova e um reforço do conteúdo não apreendido. Isso feito com todos os alunos no tempo normal das aulas. Mas o resultado não está sendo satisfatório, apregoam os especialistas. Então vamos mudar! A partir de agora é assim: o aluno estuda o conteúdo, não atingiu a média; faz recuperação paralela, faz nova prova. Ah, mas ainda não atingiu? Mais uma chance, é claro! Vem à tarde, no contraturno, pois o professor estará ali para dar aulas particulares. Afinal para que servem as horas atividades? Lógico, não é para nós nos prepararmos para ministrar aulas de qualidade, ler, estudar, fazer avaliações e correções inerentes ao processo pedagógico. Pouco importa o conjunto! É preciso recuperar, recuperar, recuperar&#8230; E alguns ainda têm a audácia de exigir que a hora atividade deve ser cumprida exclusivamente na escola! Como conseqüência se instaura a política educacional do faz de conta. Como podemos aproveitar bem a tal de hora atividade em escolas que têm um computador para 40 professores, uma biblioteca sempre movimentada, uma sala de professores sem nenhuma possibilidade de concentração e barulho, muito barulho. Depois de nos submeter a essa prova insana, voltamos para casa, vamos à nossa biblioteca particular, ao nosso computador, ao nosso silêncio e fazemos todo o trabalho que não foi possível realizar nas horas atividades, inclusive nos finais de semana! Somos heróis da resistência? Até quando? Não é de se admirar que Santa Catarina deixou de ter a melhor educação do Brasil, segundo resultado do IDEB de 2009.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Não estamos aqui afirmando categoricamente que todas essas políticas estejam totalmente equivocadas. O Problema é que elas não levam em consideração a realidade da escola pública catarinense. O processo de recuperação paralela proposto seria pertinente numa escola que funcionasse apenas por um turno (pela manhã) e os professores fossem contratados por 40 horas, sendo que na parte da manhã ministrassem as aulas e à tarde cumprissem a hora atividade, ficando à disposição dos alunos para desenvolver projetos, fazer reforço escolar e recuperação, com espaço físico adequado e material didático suficiente. Mas a realidade não é essa! Especialistas que baixam tais decretos desconhecem o que é o chão da sala de aula com todas as mazelas, violência, desinteresse e por vezes a solidariedade e a genialidade que brotam mesmo num terreno tão hostil. Isso sem falar na superlotação de alunos e na precariedade do espaço físico! São as contradições sociais que ganham contorno no ambiente escolar e, inevitavelmente, se confrontam. E o professor mediador precisa dar conta do seu conteúdo, educar (porque, em muitos casos, já foi o tempo em que educação vinha de casa) e recuperar o que as outras instituições sociais não deram conta&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Então fica a dúvida: o poder público acredita que nós faremos o “milagre”, ou simplesmente não confia em nós e por isso sequer ouve a nossa opinião, nem faz uma leitura crítica da realidade das escolas públicas. O que esperamos do poder público catarinense? Esperamos que tenha discernimento para compreender, respeitar e apoiar a multiplicidade de experiências pedagógicas realizadas em nossas escolas, que saiba conviver com as diferenças, que incentive e pratique o diálogo e a construção de diversas propostas pedagógicas.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Queremos que nossos direitos sejam respeitados: formação permanente em serviço, acompanhada de condições concretas como melhoria salarial, progressão na carreira e avanço na escolaridade. Queremos resguardar, assim, a dimensão humana e a dimensão histórica que nos constitui, enquanto profissionais da escola pública catarinense. Uma proposta não se implanta de fora, mas se planta junto, na prática cotidiana e em meio a seus embates, confrontos e divergências. Mediante os fatos aqui mencionados, ainda não está claro para nós, qual é afinal a proposta pedagógica da secretaria estadual de educação e da gerência regional de educação.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Colegas professores, este texto pretende ser o início de uma discussão sobre a educação em Santa Catarina a partir das experiências que vivenciamos concretamente em sala de aula. Temos consciência do nosso papel fundamental na melhoria da qualidade da educação. Não são os prédios (diga-se de passagem, bastante precários), nem tecnologia, nem uniforme&#8230; que farão a diferença. Mas o efetivo trabalho do educador em sala de aula. Infelizmente cada vez mais nossa profissão está desprestigiada, sendo menor o número de jovens que desejam ser professores. Diante disso, o que será do futuro? Por isso, não podemos mais deixar de manifestar nossa opinião. E se você concordar conosco, repasse este manifesto para seus colegas professores e outras pessoas interessadas em melhorar o nível de educação do povo catarinense.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Professores(as) da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Caçador SC, 14 de julho de 2010.</strong></span></span></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>O Cronista na Escola</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 03:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Clarice Hauffe               Na terça-feira, dia 13 de julho, o professor e escritor Márcio Roberto Goes esteve na Escola Municipal de Educação Básica Pierina Santin Perret. Na ocasião conversou sobre sua experiência enquanto escritor, cronista e professor com os alunos das duas oitavas séries. O evento faz parte do processo da II Olimpíada [...]]]></description>
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</script></p><p>Por: Clarice Hauffe</p>
<div id="attachment_753" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Pierina.jpg"><img class="size-medium wp-image-753 " title="Pierina" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Pierina-300x225.jpg" alt="Professor Márcio com alunos da escola Pierina Santin Perret, Caçador, SC" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Márcio com alunos da escola Pierina Santin Perret, Caçador, SC</p></div>
<p> </p>
<p>            Na terça-feira, dia 13 de julho, o professor e escritor Márcio Roberto Goes esteve na Escola Municipal de Educação Básica Pierina Santin Perret. Na ocasião conversou sobre sua experiência enquanto escritor, cronista e professor com os alunos das duas oitavas séries. O evento faz parte do processo da II Olimpíada Nacional de Língua Portuguesa que está acontecendo em todo o Brasil. Os alunos das escolas públicas estão sendo desafiados a escrever textos em diferentes gêneros literários, no caso das oitavas séries, o gênero é crônica.</p>
<p>            Márcio cativou os estudantes com seu humor, espontaneidade e simplicidade ao tratar temas pertinentes à realidade pessoal e social dos cidadãos caçadorenses. Destacou, entre outros, a importância de se valorizar os pais e os professores como formadores da base da personalidade de cada indivíduo.</p>
<p>            O cronista também apresentou o livro “Antologia Delicatta IV”, trata-se de uma coletânea de poesias, contos e crônicas de jovens escritores brasileiros e portugueses. Três crônicas do escritor caçadorense fazem parte da obra o que impressionou muito os alunos pelo fato de um cronista da nossa terra estar recebendo o reconhecimento a que, com certeza, faz jus devido à qualidade do trabalho que realiza.</p>
<p>            A presença de Márcio na escola foi um momento de alegria, emoção, poesia e aprendizagem. Contribuiu para reforçar a importância da leitura e da escrita como ferramentas essenciais para a apropriação da língua portuguesa. E deixou claro que o escritor é uma pessoa comum e não “um ser encantado” que vive fora da realidade.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Professora de Português: Clarice Hauffe</span></p>
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		<title>Visitas interativas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 04:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
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		<category><![CDATA[visita]]></category>

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		<description><![CDATA[  Tenho um sonho de educador e escritor: Sempre quis visitar diferentes escolas e participar um pouco do cotidiano de cada uma delas, presenciar diferentes realidades e costumes, conhecer novos alunos e professores, enfim, interagir com o mundo escolar que sempre será eclético e muito rico artística e culturalmente. Penso que a escola seja o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter"> </div>
<p>Tenho um sonho de educador e escritor: Sempre quis visitar diferentes escolas e participar um pouco do cotidiano de cada uma delas, presenciar diferentes realidades e costumes, conhecer novos alunos e professores, enfim, interagir com o mundo escolar que sempre será eclético e muito rico artística e culturalmente. Penso que a escola seja o berço das grandes personalidades e é lá que está o meu mundo, em sala de aula, cara a cara com o aluno, sem máscaras nem joguinhos de interesse. Um único compromisso: Lutar por uma educação pública cada vez melhor&#8230;</p>
<p>Finalmente, este sonho está sendo realizado&#8230; Em 2006, já fazia um ano que escrevia semanalmente, fui convidado para palestrar para alunos da Escola Paulo Schieffler, onde, orgulhosamente concluí o curso de magistério em 1999&#8230; Depois disso, visitei a escola <a title="Tabajara" href="http://www.marciogoes.com.br/2006/09/visita-a-escola-tabajara.html" target="_blank">Tabajara</a>, O <a title="Irmão Leo" href="http://www.marciogoes.com.br/2009/07/os-dois-lados-da-moeda.html" target="_blank">Irmão Leo </a>e <a title="Domingos da Costa Franco" href="http://www.marciogoes.com.br/2009/05/uma-sexta-feira-na-domingos.html" target="_blank">Domingos da Costa Franco</a>, sempre a convite das professoras de Língua Portuguesa.</p>
<p>Nas últimas semanas, por conta das olimpíadas da Língua Portuguesa, tenho feito muitas visitas para alunos de oitava série de ensino fundamental e primeiro ano de ensino médio, cujo gênero abordado pelo concurso é Crônica, para realizarmos uma conversa sobre a importância da leitura, análise e produção de texto na vida cotidiana do ser humano.</p>
<p>Primeiramente, a convite da professora Suely, visitei a escola Alcides Tombini, no bairro onde vivi por trinta e cinco longos e felizes anos, conversei com a garotada de oitava série sobre alguns escritos meus e de tantos outros escritores por este Brasil afora. Em seguida, atendendo ao pedido da professora Marlise, pela primeira vez, realizei uma palestra no Wandão do meu coração, fato que me deixou muito emocionado, pois derrubou aquele dito de que “Santo de casa não faz milagres”. Da mesma forma, trocamos figurinhas sobre a prática da leitura e produção dentro e fora de sala&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<div class="mceIEcenter">
<dl id="attachment_739" class="aligncenter"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SantoDamo1.jpg"><img title="SantoDamo1" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SantoDamo1-300x225.jpg" alt="Alunos recebem escritor" width="300" height="225" /></a> </dl>
<dl class="aligncenter">Alunos do Santo damo recebendo escritor</dl>
</div>
<p>Por fim, fiz duas visitas à escola <a title="EEEB João Santo Damo" href="http://escolasantodamo.blogspot.com/" target="_blank">João Santo Damo</a>, uma no matutino e outra no vespertino que incluiu a sétima série na equipe, a convite da professora Maristela que fez um trabalho maravilhoso com seus pupilos a partir dos meus textos&#8230; Ao chegar, já fui abraçado por alguns alunos que, receberam um abraço de quebrar os ossos como retribuição, diante de um pequeno mural dando-me as boas-vindas e um recorte do texto que fiz em homenagem ao meu amigo fiel, <a title="Bilu" href="http://www.marciogoes.com.br/2010/06/amigo-fiel.html" target="_blank">Bilú</a>&#8230; Conversamos, interagimos, trocamos experiências, cantamos, respondi muitas perguntas que revelaram a leitura crítica dos meus escritos e tive a imensa satisfação de autografar alguns cadernos e receber palavras edificantes por parte daqueles adolescentes que se revelaram dinâmicos, críticos, leitores e escritores em potencial&#8230;</p>
<div id="attachment_740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SantoDamo.jpg"><img class="size-medium wp-image-740" title="SantoDamo" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SantoDamo-300x191.jpg" alt="Visita ao Santo Damo" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Visita à Escola João Santo Damo</p></div>
<p>Mas a minha surpresa maior foi a tarde, quando falava do meu primeiro texto publicado há cinco anos: “O grande condutor”&#8230; Ao perguntar se alguém o tinha lido, uma mão se levantou na pequena multidão daquela sala que transbordava juventude: Era a Bianca, uma aluna que estudava na escola Tabajara visitada por mim, quatro anos atrás. Contou-me detalhes do texto que nem eu lembrava e me encheu de palavras edificantes e emocionantes. É pela Bianca e por tantos outros jovens leitores que continuo escrevendo, pois se as palavras escritas por este utópico professor, permanecem na memória de uma jovem estudante por tanto tempo, é porque de alguma forma tocaram e revelaram alguma emoção&#8230; Enquanto isso acontecer, continuarei escrevendo&#8230; Enquanto escrever, continuarei vivendo, enquanto viver, continuarei presenciando cenas como esta que me dão o combustível necessário para continuar escrevendo&#8230;</p>
<div id="attachment_741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/bianca.jpg"><img class="size-medium wp-image-741" title="bianca" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/bianca-300x225.jpg" alt="Bianca" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Aluna da 8ª série recorda primeiro texto de Márcio Goes</p></div>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net"><span style="font-size: small;"><strong>www.cacador.net</strong></span></a></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: small;"><strong>www.portalcacador.com.br</strong></span></a></span></span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
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		<title>Projeto integração 2010 reúne alunos das Escolas Wanda Krieger Gomes e Esperança</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/06/projeto-integracao-2010-reune-alunos-das-escolas-wanda-krieger-gomes-e-esperanca.html</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 02:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[    Aconteceu nesta terça-feira dia 22 de junho, nas dependências da escola Wanda Krieger Gomes, a segunda edição do projeto Integração, envolvendo alunos do terceiro ano matutino de ensino médio e do quarto ano do ensino fundamental da escola Esperança, ambas no bairro Martello. Trata-se de um trabalho conjunto entre os alunos das duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div id="attachment_730" class="wp-caption aligncenter" style="width: 403px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/integracao5.jpg"><img class="size-medium wp-image-730" title="integracao5" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/integracao5-300x225.jpg" alt="Professor Márcio Goes e as alunas palestrantes" width="393" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Márcio Goes e as alunas palestrantes</p></div>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>Aconteceu nesta terça-feira dia 22 de junho, nas dependências da escola Wanda Krieger Gomes, a segunda edição do projeto Integração, envolvendo alunos do terceiro ano matutino de ensino médio e do quarto ano do ensino fundamental da escola Esperança, ambas no bairro Martello.</p>
<p>Trata-se de um trabalho conjunto entre os alunos das duas escolas abordando um tema proposto pelas professoras da escola Esperança contextualizado através de dinâmicas, brincadeiras e palestras pelos alunos do terceirão matutino.</p>
<p style="text-align: center;"> 
<p>Para o coordenador do projeto, professor Márcio Roberto Goes, “É importante fugir um pouco da rotina de sala de aula a fim de proporcionar aos educandos novas experiências. Tanto para as alunas do terceiro ano, quanto para as crianças da escola Esperança, esta atividade traz práticas e experiências que serão úteis, principalmente no que tange ao relacionamento humano e o respeito às diferenças”.</p><p style="float: left;"><script type="text/javascript"><!--
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<p>Os assuntos abordados este ano foram: Higiene pessoal e a importância da família, tratados de forma dinâmica e criativa pelos formandos de ensino médio.</p>
<p>Para a aluna do terceiro ano, Cristina, a manhã de terça-feira foi de brincadeiras e palestras bem divertidas e houve ampla colaboração das crianças. Para Tatiane, da mesma turma palestrante: “Hoje foi um dia muito especial, pois confraternizamos, ensinamos as crianças sobre higiene e família, para tanto, usamos algumas dinâmicas. É tão bom ver aquelas crianças sorrindo e se divertindo conosco!”. Já para Juliana, uma das alunas palestrantes, “Este projeto Integração serviu para os alunos da Esperança estarem se conscientizando sobre alguns temas muito importantes em nosso dia-a-dia, como higiene e família.”</p>
<p>“As palestras que as alunas do terceiro ano deram foram muito interessantes e importantes para motivar as crianças a participarem mais de atividades de integração”, declara a professora da escola Esperança, Eronildes. Já a professora Kellen, da mesma escola destaca: “Este trabalho veio para acrescentar muito. Promoveu a integração nas brincadeiras, a motivação e a valorização dos alunos.”</p>
<p>Os trabalhos encerraram-se com um lanche especial integrando as duas turmas que socializaram a importância da higiene das mãos antes de se alimentar e da escovação dos dentes após as refeições&#8230;</p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/"></a></span></span></p>
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		<title>Uma escola guerreira</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 04:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que se fala em projetos nas escolas, já fico com as antenas ligadas, pois é através deles que tenho conseguido os melhores resultados no meu trabalho de educador&#8230; Sempre que posso, tento desenvolvê-los nas minhas aulas e, às vezes, pego carona nas boas ideias a nível federal, estadual, ou municipal&#8230; Tem sido assim com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>	Sempre que se fala em projetos nas escolas, já fico com as antenas ligadas, pois é através deles que tenho conseguido os melhores resultados no meu trabalho de educador&#8230; Sempre que posso, tento desenvolvê-los nas minhas aulas e, às vezes, pego carona nas boas ideias a nível federal, estadual, ou municipal&#8230; Tem sido assim com o “Encontro Marcado” promovido pela Unimed e pela 10ª GERED, as “Olimpíadas da Língua Portuguesa” do MEC e tantas outras incitações à valorização dos talentos e habilidades dos nossos alunos&#8230;<br />
	O Wandão mergulhou de cabeça na segunda Feira do Conhecimento que acontece agora a nível regional e estadual&#8230; Visitei cada um dos trabalhos, fotografei, filmei, conversei com alunos e professores e percebi que cada um de nossos estudantes têm  um gênio adormecido esperando por alguém que o ajude a despertar&#8230; Esse alguém deve ser o professor&#8230; Contrariando todas as estatísticas que insistem em ser negativas, nossa escola realizou uma feira de qualidade invejável, mesmo com poucos recursos e apoio limitado das autoridades competentes. Foi difícil para os avaliadores escolherem os melhores trabalhos a serem apresentados na fase regional, uma disputa acirrada com diferenças mínimas entre os melhores&#8230; Mesmo assim, foram escolhidos, a duras penas, dois trabalhos: um a nível de quinta a oitava série, outro a nível de ensino médio&#8230;</p>
<div id="attachment_721" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/CasaEcologica3.jpg"><img src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/CasaEcologica3-300x225.jpg" alt="Primeiro lugar na categoria: Ensino médio" title="CasaEcologica" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-721" /></a><p class="wp-caption-text">A casa Ecológica</p></div>
<p><p>	Porém, o que mais me impressionou, foi o empenho despretensioso dos alunos e professores em busca da prática como consequência da teoria estudada em sala de aula. O resultado não poderia ser outro: sucesso absoluto&#8230; Um evento que mais uma vez marcou a Escola Wanda Krieger Gomes no livro da história da educação de Caçador e região, apesar da mídia não ter dado a devida atenção ao acontecimento, perfeitamente justificável, já que não houve briga, nem morte, nem acidente grave o suficiente para merecer uma capa ou uma manchete de destaque&#8230;<br />
	Mas nossa escola é assim&#8230; Guerreira&#8230; Lutando contra o preconceito e a discriminação constantes entre os seres humanos egoístas, que ainda se julgam uns melhores que os outros. Lá, temos gente de todas as raças, cores, credos, situações sociais e financeiras.. Mas numa coisa existe unidade: Queremos uma escola melhor! Professores, alunos, equipe pedagógica, serventes, amigos da escola, comunidade, famílias&#8230; Todos queremos e precisamos de uma maior atenção ao nosso educandário. A casca está linda, verde, bem estruturada, porém não melhor que a casca mais recente construída no centro que ainda parece merecer maior atenção das autoridades&#8230; Dentro da casca verde do Wanda, encontram-se, laboratórios e biblioteca sem mobiliários, salas de aulas com móveis da sobra de outras escolas em uma obra faraônica e oca. Um curso Técnico em Edificações que só funciona graças à garra dos profissionais e dos alunos que ali constroem os alicerces de uma profissão a nível técnico que mesmo depois de quatro anos ainda carece do mínimo de estrutura&#8230; Só não é mais oca, graças aos seres humanos que a escolheram como local de trabalho e estudo, continuam acreditando na utopia de uma escola perfeita em todos os sentidos.<br />
	As pessoas que estão diuturnamente na escola, fazem sua parte, mas parece que aqueles “lá de cima” só se preocupam em entregar cascas bonitas para servirem de vitrine, iludindo o povo simples aqui embaixo&#8230;<br />
	Nossa escola mostrou-se, mais uma vez, guerreira, lutando e realizando maravilhas, mesmo com a ausência de apoio daqueles que deveriam ser os primeiros a voltar seus olhos para o povo que os elegeu&#8230;</p>
<p>Márcio Roberto Goes<br />
www.marciogoes.com.br<br />
www.cacador.net<br />
www.portalcacador.com.br<br />
Jornal Informe – O diário Regional</p>
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		<title>Mural</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 02:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Freire]]></category>

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		<description><![CDATA[  A cada dia que passa, mais me surpreendo com a rotina escolar, por vezes, a surpresa não é muito agradável, mas esta semana vivi mais uma experiência marcante&#8230; Há dias que via duas colegas pintando o mural do rol de entrada do Wandão&#8230; Devagarinho as cores foram se destacando e revelando diferentes formas&#8230; Era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<p>A cada dia que passa, mais me surpreendo com a rotina escolar, por vezes, a surpresa não é muito agradável, mas esta semana vivi mais uma experiência marcante&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-0121.jpg"><img class="aligncenter" title="Tayana" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-0121-300x246.jpg" alt="" width="300" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-011.jpg"><img class="size-medium wp-image-700  aligncenter" title="Tere" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-011-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Há dias que via duas colegas pintando o mural do rol de entrada do Wandão&#8230; Devagarinho as cores foram se destacando e revelando diferentes formas&#8230; Era possível notar um fundo verde-claro, algumas folhas verdes e flores brancas em ambas as extremidades&#8230;</p>
<p>Certo dia, ao entrar na escola encontro algumas letras rabiscadas a lápis por cima da tinta e no canto inferior direito, o nome do autor: Paulo Freire&#8230; Já fiquei antenado, pois, apesar de ser professor há quase dez anos, só agora tenho a oportunidade de conhecer melhor a obra deste que é considerado o maior educador brasileiro, apesar de ter sido reconhecido somente após desenvolver sua teoria no Guiné-Bissau, pois aqui não tinha credibilidade&#8230; Esta oportunidade sorriu para mim através de minha irmã que cursa o quarto ano de magistério&#8230;</p>
<p>A aula transcorreu normalmente, passou-se um dia letivo, e outro&#8230; Numa hora de folga, olho para o mural, agora quase pronto e, finalmente consigo ler a frase que já estava toda escrita: “Não se pode falar de educação sem amor”&#8230;</p>
<div id="attachment_701" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-002.jpg"><img class="size-medium wp-image-701" title="PauloFreire" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-002-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Mural da EEEB Wanda Krieges Gomes, Caçador, SC</p></div>
<p>Enquanto ainda contemplava aquela obra de arte, passa pela minha frente um menino, deveria ser de alguma turma que não dou aula. Ele também para por alguns segundos, lê o painel com atenção e fala as seguintes palavras: “Um dia, vai ter uma frase minha aí nesse mural”&#8230; Disse isso meio que divagando entre seus pensamentos, como quem tem a consciência de que ninguém ouviu e, na verdade, não era sua intenção ser ouvido, tratava-se de um grito interior&#8230; Era a alma querendo crescer e pedindo maior empenho do corpo&#8230;</p>
<p>Como me ocorre frequentemente, fiquei com este fato preenchendo minha mente criativa e viajante, confabulando, analisando e tentando saber o que se passa na cabeça de um adolescente que profere estas palavras para si como que se desafiando&#8230; A partir daí percebo o quanto a escola pode transformar a vida de uma pessoa e nós, professores, temos em mãos a maior fortuna da humanidade: o conhecimento que somado com a força de vontade e determinação de alunos e professores pode render muitos bons frutos&#8230;</p>
<p>Espero, sinceramente ver uma frase deste aluno num mural de escola, surtindo tanto efeito quanto esta, apesar de não saber seu nome, qual sua sala, se produz bons textos, se gosta de estudar, se sua família é bem, ou mal estruturada&#8230; Não sei nada sobre este figurante que virou protagonista de meu texto, só sei que se trata de um futuro escritor em potencial, despertado por uma frase que fala da importância de se humanizar a escola&#8230; Algo simples, pintado com tinta guache no mural que antes só servia para inflamar a poluição visual com avisos que nem sempre chamam a devida atenção&#8230;</p>
<p>Um dia, também eu sonhei ser um escritor, tive muito apoio de meus professores, sobretudo na graduação e aqui estou, digitando estas palavras que acabam de ser lidas por você, esperando que, também elas o façam refletir, formar opinião e produzir bons frutos&#8230; Portanto, está na hora de criarmos algo novo, menos maçante e mais proveitoso nas escolas&#8230; Já passou o tempo da cara feia e das filas indianas&#8230; Já não é possível educar com aquelas provas de decorebas, que só provam o quanto somos tolos ensinando um monte de regras e fórmulas inúteis na vida prática ou para o crescimento pessoal de nossos estudantes&#8230;</p>
<p>Está mais do que na hora de despertarmos para o fato de que não trabalhamos com seres inferiores, e sim com seres humanos, nossos semelhantes, que têm um gênio adormecido só esperando por alguém que o desperte&#8230; Porém, antes de despertarmos o gênio de outrem, é necessário acordar o nosso&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><strong>www.marciogoes.com.br</strong></span></p>
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		<title>Quem é mais feliz?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 18:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Charges e tirinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_688" class="wp-caption aligncenter" style="width: 267px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/fracassado.jpg"><img class="size-medium wp-image-688" title="fracassado" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/fracassado-257x300.jpg" alt="Contrastes da vida moderna" width="257" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Fracassado</p></div>
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		<title>Uma preocupação constante</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 18:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriano Sievers   Apesar do avanço tecnológico, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos, pois existem populações em completa miséria, a paz é interrompida e, além do mais o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico. Embora o planeta disponha de riquezas incalculáveis, estas mal distribuídas, quer entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #0000ff;">Por Adriano Sievers </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"> </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"></p>
<div id="attachment_685" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PascoaWanda-021.jpg"><img class="size-medium wp-image-685" title="Adriano 102" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PascoaWanda-021-300x246.jpg" alt="Aluno de ensino médio matutino EEEB Wanda Krieger Gomes" width="300" height="246" /></a><p class="wp-caption-text">Adriano Sievers</p></div>
<p></span></p>
<p>Apesar do avanço tecnológico, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos, pois existem populações em completa miséria, a paz é interrompida e, além do mais o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.</p>
<p>Embora o planeta disponha de riquezas incalculáveis, estas mal distribuídas, quer entre estados quer entre indivíduos, encontramos muitos famintos em pontos específicos da Terra.</p>
<p>Nos países de 3º mundo sobre tudo em certas regiões da África, vemos, com tristeza a falência da solidariedade humana e da colaboração entre as nações.</p>
<p>Além disso, nestas últimas décadas, temos assistido, com certa preocupação aos inúmeros conflitos internacionais que se sucedem. Muitos trazem na memória tristes lembranças guerras as quais provocaram grande extermínio e, que, tanta apreensão nos causa.</p>
<p>Outra preocupação constante é o desequilíbrio ecológico provocado pela ambição desmedida de alguns, que promovem desmatamentos desordenados e poluem as águas dos rios. Tais atitudes contribuem para que o meio ambiente, em virtude de tantas agressões, acabe por se transformar em local inabitável.</p>
<p>Os habitantes da cidade de São Paulo passam diariamente por algumas dificuldades, pois há muita degradação ambiental, o transito é lento pela grande movimentação de veículos auto-motores e além do mais, a violência é um grande problema.</p>
<p>Embora São Paulo seja desenvolvida , isso não significa que é bem zelada biodiversificadamente, pois há uma grande degradação ambiental, a poluição do Tietê , e não há matas conservadas. Assim a cidade cresce em desenvolvimento e cai em índices de preservação ecológica.</p>
<p>Além disso, o transito é muito lento porque há muitos carros para pouco espaço causando os conhecidos congestionamentos. Isso provoca os acidentes que muitas vezes levam a morte de pessoas civis. Outra consequência é a super lotação dos hospitais que sempre estão cheios de acidentados no trânsito Paulistano.</p>
<p>A principal preocupação, e mais grave é a violência, os assassinatos, assaltos pelo motivo da miséria. Isso acontece geralmente nas favelas porque São Paulo cresce muito para pouco espaço causando as favelas que muitas vezes são responsáveis pela violências.</p>
<p>Em virtude do que se foi mencionado, chega-se a uma conclusão, de que São Paulo é uma cidade caótica que um dia ainda vai parar por causa da violência, da degradação ambiental e do trânsito. São Paulo vai acabar matando a si próprio. Assim somos levados a acreditar que o homem está muito longe de solucionar os grandes problemas que afligem diretamente uma grande parcela da humanidade. É desejo de todos nós que algo seja feito no sentido de conter essas forças ameaçadoras, para que possamos suportar as adversidades e construir um mundo em que serrá mais facilmente habitado pelas gerações futuras.</p>
<p style="text-align: right;"> <span style="color: #0000ff;">Adriano Sievers</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #0000ff;">1º ano 02 matutino</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #0000ff;">EEEB Wanda Kriguer Gomes</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #0000ff;">Caçador, SC</span></p>
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		<title>Força descartável</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 02:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[força tarefa]]></category>

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		<description><![CDATA[  Dezessete de abril de dois mil e dez. Algumas entidades se reúnem para realizar trabalhos comunitários: Corte de cabelo, orientações sobre saúde ecologia e cidadania, verificação de tipagem sanguínea, vacinação contra o porquinho H1N1, emissão de documentos, distribuição de mudas de árvores, shows populares e muitos outros serviços totalmente gratuitos e, porque não dizer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Dezessete de abril de dois mil e dez. Algumas entidades se reúnem para realizar trabalhos comunitários: Corte de cabelo, orientações sobre saúde ecologia e cidadania, verificação de tipagem sanguínea, vacinação contra o porquinho H1N1, emissão de documentos, distribuição de mudas de árvores, shows populares e muitos outros serviços totalmente gratuitos e, porque não dizer, pretensiosos&#8230;</p>
<p>E para tal evento, foram escolhidas as dependências da Escola de Educação Básica Wanda Krieger Gomes, no bairro Martello, normalmente esquecido e abandonado pelo poder público, visto que somente as ruas “mais nobres” recebem o tão sonhado asfalto&#8230; Mas como “até o espelho tem dois lados”, finalmente a comunidade Martelense foi lembrada para este que foi o segundo evento deste porte realizado por alí&#8230;</p>
<p>Muitas pessoas compareceram ao local durante todo o sábado, em busca de um pouco de cidadania, afinal, estavam sendo lembradas, ainda que momentaneamente.</p>
<p>Visitei todos os campos do evento, descobri meu tipo de sangue, recebi a vacina contra a influenza A, levei para casa uma muda de araçá, enfim aproveitei o momento para, além de trabalhar, fazer algo que me edificasse de certa forma&#8230;</p>
<p>Adotei um copo plástico e nele tomei água, refrigerante e até café, mas não o descartei antes do final dos trabalhos&#8230; Tentei fazer minha parte para o bom andamento do evento de forma ecologicamente correta&#8230;</p>
<p>Porém, minha grande surpresa foi na segunda-feira, ao retornar à escola para trabalhar, ao olhar para o chão&#8230; Lixo, lixo e mais lixo&#8230; Até aquela faixa “O governo perto de você” que ajudei a pendurar na sexta-feira, estava no chão, esquecida, abandonada, pisoteada, desmantelada, dilacerada&#8230;</p>
<p>Minha mente criativa e desolada não consegue se conformar com tamanha falta de respeito com o ser humano, o local público e o meio ambiente&#8230; Além do mais, o assunto abordado por um dos trabalhos realizados na força tarefa foi a ecologia, a importância de se preservar o meio ambiente, além da consciência de se manter o local público do jeito que se encontrou&#8230;</p>
<p>Quando escrevo que os nossos governantes não cuidam do dinheiro público como deveriam, estou criticando todo um sistema que acostumou-se com as coisas ilegais para conseguir um progresso a passos de tartaruga&#8230; Mas através de exemplos como este, concluo que algumas pessoas do nosso povo também não sabem cuidar daquilo que é nosso. Nossos impostos estão alí, naquela alface gigante, construída no alto do Martelão para atender a demanda de estudantes de educação básica da quinta série ao terceirão&#8230; Porém, de vez em quando vê-se os muros pichados, provavelmente por algum desocupado que não faz parte do corpo discente, vidros quebrados e algumas outras coisinhas que, se não fossem reais, teríamos um pouco mais do dinheiro público para investir numa educação de qualidade, muito além de uma casca de escola agradável aos olhos&#8230;</p>
<p>É lastimável percebermos que, quando finalmente a política se volta para as causas populares, alguns cidadãos do próprio povo atendido não sabem cuidar do patrimônio público, obrigando alguns alunos e professores a perderem tempo de aula para limpar a sujeira física e moral das mentes poluídas pelo consumismo descartável&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net"><span style="font-size: xx-small;">www.cacador.net</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: xx-small;">www.portalcacador.com.br</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;" lang="pt-BR"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
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		<title>Meu amigo mala</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 04:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[  Meu amigo Sidney é destes caras que não conseguem passar por nossas vidas sem ter alguma influência sobre elas&#8230; Quando o conheci, confesso que minha impressão não foi das melhores, porém, com o passar do tempo, meu amigo revelou-se um grande pensador do século vinte e um, quase um filósofo. Participou das olimpíadas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_680" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/mala-sem-alca1.jpg"><img class="size-medium wp-image-680" title="mala-sem-alca" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/mala-sem-alca1-300x230.jpg" alt="MEu amigo mala" width="300" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">blogs.abril.com.br/hotwheels/2009/09/dizeres</p></div>
<p> </p>
<p>Meu amigo Sidney é destes caras que não conseguem passar por nossas vidas sem ter alguma influência sobre elas&#8230;</p>
<p>Quando o conheci, confesso que minha impressão não foi das melhores, porém, com o passar do tempo, meu amigo revelou-se um grande pensador do século vinte e um, quase um filósofo. Participou das olimpíadas da Língua Portuguesa em 2008 e, surpreendentemente, chegou até a fase regional, vencendo o preconceito contra a escola e o bairro onde mora&#8230;</p>
<p>Ao contrário do que pensava, recebi, por este fato, muitas críticas, me acusando de ter feito um trabalho diferenciado com ele e outras coisas que colocavam em dúvida minha competência de educador e a capacidade de produção do meu aluno&#8230; As críticas eram justificadas aos olhos clínicos dos educadores pré-históricos, já que para a maioria dos professores, meu amigo Sidão não inspirava o mesmo conceito&#8230; Mas, como sou “do contra”, sempre acreditei no seu talento para usar as palavras, provando que não existe idade para aprender, ou aprimorar as habilidades, já que, no auge dos seus vinte e sete anos é um dos concluintes do ensino médio neste ano, fato que comprova a tese de que não existe dificuldade maior que a solução&#8230;</p>
<p>O cara não é aquele esteriótipo de aluno bonzinho. Às vezes assusta pelos seus argumentos em sala, coloca o professor “contra a parede”, numa troca de ideias que só fazem crescer o lado humano e social da escola. Este meu aluno, com certeza, está sendo protagonista de sua própria história, ao contrário da maioria da juventude que se submete à passividade diante do império dos meios de comunicação que, no geral, mostram uma pseudo-realidade, aceita como verdade absoluta por muitos.</p>
<p>Aprendi e continuo aprendendo muito com o Sidney e com qualquer aluno que tenha a coragem de ser autêntico, mesmo quando o modelo de educação vigente tenta obrigá-lo a encaixar-se numa forma moral na qual devem ser moldados os ditos “alunos perfeitos”&#8230;</p>
<p>Já foi chamado de “mala sem alça” e eu concordo plenamente, se analisarmos pela perspectiva daqueles frustrados que não têm a coragem, nem a capacidade de ser engraçados, inteligentes e autênticos ao mesmo tempo&#8230; Mas se olharmos sob uma ótica desprovida de preconceitos e tabus que ainda pairam sobre a escola, veremos que ele é uma mala sim, pesadíssima para quem carrega o peso do orgulho de não admitir sua autenticidade&#8230; E o Sidão não precisa de alças, é capaz de carregar-se sozinho, pois a autenticidade torna-se leve para quem a assume e pesa toneladas para quem se julga melhor que o autêntico, buscando formas de subestimá-lo e projetar suas frustrações nos seus defeitos refletidos em outrem&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net"><span style="font-size: small;">www.cacador.net</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: small;">www.portalcacador.com.br</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Jornal Fonte – Diocese de Caçador</strong></span></span></p>
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