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	<title>Márcio Goes &#187; Caçador</title>
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	<description>Crônicas sobre Educação, Política, Literatura Etc e tal</description>
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		<title>Até quando seremos ignorados?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[O texto a seguir é dos professores da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti, Caçador, SC. Porém, faço minhas as palavras deles e me solidarizo inteiramente com a causa já que trata-se de assuntos de interesse de todos nós, professores da rede estadual de Santa Catarina. A seguir, o texto na íntegra: ATÉ QUANDO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;">O texto a seguir é dos professores da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti, Caçador, SC. Porém, faço minhas as palavras deles e me solidarizo inteiramente com a causa já que trata-se de assuntos de interesse de todos nós, professores da rede estadual de Santa Catarina.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A seguir, o texto na íntegra:</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>ATÉ QUANDO SEREMOS IGNORADOS?</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Numa sociedade democrática, pensar a educação e traçar suas diretrizes não pode ser privilégio de um pequeno grupo, deve ser o resultado de um amplo debate, envolvendo todos os agentes envolvidos no processo. No entanto, o que nós, professores, estamos vivenciando aqui na rede estadual de Santa Catarina é uma situação extremamente preocupante. Parece que nós, professores, somos sujeitos tornados objetos, colocados fora do processo histórico, fragmentados em nossa humanidade, retalhados, sufocados numa prática pedagógica contraditória, destituída do diálogo, como se fôssemos incapazes de pensar e tomar decisões.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Senão vejamos: </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O processo pedagógico de ensino e aprendizagem recebe pouca atenção e fica sob a responsabilidade de cada professor isolado em sua disciplina, em sua sala de aula. O que importa ao poder público não é discutir conteúdo, currículo&#8230; Importa o número de aprovação/reprovação. Quer dizer aprovação, número, quantidade, pois isso é o que dá legitimidade às ações governamentais. E a qualidade? Existe o louvável esforço de incluir no ensino regular os alunos com necessidades especiais e, dentro dos limites, estamos tendo sucesso nesse trabalho. E como fica a situação dos demais alunos da escola pública, uma vez que ao concluírem o ensino médio apresentam evidentes desvantagens em relação aos alunos da rede particular e, portanto, ficam excluídos das universidades públicas, dos bons empregos&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O ensino fundamental de 9 anos foi implantado de forma estranha. Resultado: criou-se um vácuo na seriação. Este ano (2010) não tem 5° ano. No próximo ano (2011) não haverá 6° ano. Diante do fato, o que vai acontecer com a carga horária dos professores efetivos numa escola, como a nossa, onde funcionam cinco quintas séries? Talvez a solução seja remanejar&#8230; Mas remanejar para onde se o fato ocorrerá em todas as escolas estaduais? E onde irão estudar os alunos dos 6º anos oriundos de escolas municipais? Ficarão sem estudar um ano, uma vez que a rede municipal não tem estrutura para absorver esses estudantes? Não seria o caso de se ter bom senso, e havendo a demanda, serem abertas turmas de 6º ano nas escolas da rede estadual? O que nos deixa intrigados é como as redes particulares e a rede municipal fizeram com tranqüilidade a transição dos 8 para os 9 anos sem deixar nenhum vácuo na seriação!&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Outra grave implicação do citado vácuo na seriação diz respeito à aprovação automática, que já foi implantada em algumas séries dos primeiros anos do ensino fundamental. Isso significa que o aluno, independente do que aprendeu ou não, será aprovado. Nós, professores, nos sentimos cada vez mais amarrados frente a tantas leis criadas para defender direitos de crianças e adolescentes, mas que esquecem de mencionar que, para cada direito conquistado, existe um dever a ser cumprido. E agora ainda por cima, não pode reprovar. Que motivação o aluno vai ter para se dedicar aos estudos, se sabe de antemão que independente do que fizer será aprovado? Como vamos cobrar posturas adequadas? Como vamos forjar o caráter da justiça baseado no princípio de que para cada ato existe uma consequência? E frente à complexidade do assunto, é insustentável o argumento de que isso tem a ver com a competência do professor (salvaguardadas as exceções), pois apesar do descaso como somos tratados, buscamos incessantemente estudar, planejar e tornar as aulas atrativas e com qualidade. E mesmo que fosse o caso, por que não implantam a aprovação automática na USP onde estão os melhores professores do Brasil? Fica claro que aprovação automática não tem nada a ver com qualidade&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nas primeiras séries do ensino fundamental foi decretado que avaliação deve ser descritiva. Em plena era da informatização em que os signos são cada vez mais condensados, preenchem-se folhas e mais folhas, com informações repetitivas, que ninguém, além do professor, irá ler, uma vez que a maioria dos pais não consegue interpretar os tais descritores</span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">de cada disciplina. Para que sufocar o professor com tanto trabalho inútil? A avaliação expressa em números é absolutamente clara e transparente, acessível à leitura de qualquer cidadão. Não seria uma forma de mascarar a “real” qualidade da educação de nossa rede estadual? Não seria mais inteligente e “produtivo” que, ao invés de preencher papéis, nós, professores, tivéssemos um processo de formação permanente onde os tais descritores fossem compreendidos e incorporados à nossa prática pedagógica?</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Até ano passado, no ensino médio, o aluno reprovado em duas disciplinas poderia frequentar a série seguinte e fazer dependência para ser aprovado nas referidas disciplinas. Então, por decreto, o direito à dependência estendeu-se para as 7ª e 8ª séries. Bem, a escola está gerenciando o efetivo problema criado por tais dependências. Não há espaço físico para todos estes alunos frequentarem aulas no contraturno. Então, por decreto, novamente, acabaram-se as dependências! E os alunos que a freqüentam, deverão terminá-la até a metade do ano. Mais uma vez, decisão tomada e nenhum professor consultado. Mudaram-se as regras no meio do jogo (quer dizer, no meio do ano letivo). Por quê? Ninguém até agora apresentou uma justificativa convincente. Se é assim, por que, nós, professores, pensamos o processo pedagógico, elaboramos PPP e fazemos planejamento? Fica cada vez mais óbvio que tudo isso é perda de tempo. De uma hora para a outra as regras são outras e todo o trabalho que fizemos perde a validade&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O aluno que não atingiu média suficiente tem direito à recuperação paralela. Entende-se como recuperação paralela a revisão de prova e um reforço do conteúdo não apreendido. Isso feito com todos os alunos no tempo normal das aulas. Mas o resultado não está sendo satisfatório, apregoam os especialistas. Então vamos mudar! A partir de agora é assim: o aluno estuda o conteúdo, não atingiu a média; faz recuperação paralela, faz nova prova. Ah, mas ainda não atingiu? Mais uma chance, é claro! Vem à tarde, no contraturno, pois o professor estará ali para dar aulas particulares. Afinal para que servem as horas atividades? Lógico, não é para nós nos prepararmos para ministrar aulas de qualidade, ler, estudar, fazer avaliações e correções inerentes ao processo pedagógico. Pouco importa o conjunto! É preciso recuperar, recuperar, recuperar&#8230; E alguns ainda têm a audácia de exigir que a hora atividade deve ser cumprida exclusivamente na escola! Como conseqüência se instaura a política educacional do faz de conta. Como podemos aproveitar bem a tal de hora atividade em escolas que têm um computador para 40 professores, uma biblioteca sempre movimentada, uma sala de professores sem nenhuma possibilidade de concentração e barulho, muito barulho. Depois de nos submeter a essa prova insana, voltamos para casa, vamos à nossa biblioteca particular, ao nosso computador, ao nosso silêncio e fazemos todo o trabalho que não foi possível realizar nas horas atividades, inclusive nos finais de semana! Somos heróis da resistência? Até quando? Não é de se admirar que Santa Catarina deixou de ter a melhor educação do Brasil, segundo resultado do IDEB de 2009.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Não estamos aqui afirmando categoricamente que todas essas políticas estejam totalmente equivocadas. O Problema é que elas não levam em consideração a realidade da escola pública catarinense. O processo de recuperação paralela proposto seria pertinente numa escola que funcionasse apenas por um turno (pela manhã) e os professores fossem contratados por 40 horas, sendo que na parte da manhã ministrassem as aulas e à tarde cumprissem a hora atividade, ficando à disposição dos alunos para desenvolver projetos, fazer reforço escolar e recuperação, com espaço físico adequado e material didático suficiente. Mas a realidade não é essa! Especialistas que baixam tais decretos desconhecem o que é o chão da sala de aula com todas as mazelas, violência, desinteresse e por vezes a solidariedade e a genialidade que brotam mesmo num terreno tão hostil. Isso sem falar na superlotação de alunos e na precariedade do espaço físico! São as contradições sociais que ganham contorno no ambiente escolar e, inevitavelmente, se confrontam. E o professor mediador precisa dar conta do seu conteúdo, educar (porque, em muitos casos, já foi o tempo em que educação vinha de casa) e recuperar o que as outras instituições sociais não deram conta&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Então fica a dúvida: o poder público acredita que nós faremos o “milagre”, ou simplesmente não confia em nós e por isso sequer ouve a nossa opinião, nem faz uma leitura crítica da realidade das escolas públicas. O que esperamos do poder público catarinense? Esperamos que tenha discernimento para compreender, respeitar e apoiar a multiplicidade de experiências pedagógicas realizadas em nossas escolas, que saiba conviver com as diferenças, que incentive e pratique o diálogo e a construção de diversas propostas pedagógicas.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Queremos que nossos direitos sejam respeitados: formação permanente em serviço, acompanhada de condições concretas como melhoria salarial, progressão na carreira e avanço na escolaridade. Queremos resguardar, assim, a dimensão humana e a dimensão histórica que nos constitui, enquanto profissionais da escola pública catarinense. Uma proposta não se implanta de fora, mas se planta junto, na prática cotidiana e em meio a seus embates, confrontos e divergências. Mediante os fatos aqui mencionados, ainda não está claro para nós, qual é afinal a proposta pedagógica da secretaria estadual de educação e da gerência regional de educação.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Colegas professores, este texto pretende ser o início de uma discussão sobre a educação em Santa Catarina a partir das experiências que vivenciamos concretamente em sala de aula. Temos consciência do nosso papel fundamental na melhoria da qualidade da educação. Não são os prédios (diga-se de passagem, bastante precários), nem tecnologia, nem uniforme&#8230; que farão a diferença. Mas o efetivo trabalho do educador em sala de aula. Infelizmente cada vez mais nossa profissão está desprestigiada, sendo menor o número de jovens que desejam ser professores. Diante disso, o que será do futuro? Por isso, não podemos mais deixar de manifestar nossa opinião. E se você concordar conosco, repasse este manifesto para seus colegas professores e outras pessoas interessadas em melhorar o nível de educação do povo catarinense.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Professores(as) da Escola de Educação Básica Dom Orlando Dotti.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Caçador SC, 14 de julho de 2010.</strong></span></span></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>O Cronista na Escola</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 03:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos da Escola]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Clarice Hauffe               Na terça-feira, dia 13 de julho, o professor e escritor Márcio Roberto Goes esteve na Escola Municipal de Educação Básica Pierina Santin Perret. Na ocasião conversou sobre sua experiência enquanto escritor, cronista e professor com os alunos das duas oitavas séries. O evento faz parte do processo da II Olimpíada [...]]]></description>
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</script></p><p>Por: Clarice Hauffe</p>
<div id="attachment_753" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Pierina.jpg"><img class="size-medium wp-image-753 " title="Pierina" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/Pierina-300x225.jpg" alt="Professor Márcio com alunos da escola Pierina Santin Perret, Caçador, SC" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Márcio com alunos da escola Pierina Santin Perret, Caçador, SC</p></div>
<p> </p>
<p>            Na terça-feira, dia 13 de julho, o professor e escritor Márcio Roberto Goes esteve na Escola Municipal de Educação Básica Pierina Santin Perret. Na ocasião conversou sobre sua experiência enquanto escritor, cronista e professor com os alunos das duas oitavas séries. O evento faz parte do processo da II Olimpíada Nacional de Língua Portuguesa que está acontecendo em todo o Brasil. Os alunos das escolas públicas estão sendo desafiados a escrever textos em diferentes gêneros literários, no caso das oitavas séries, o gênero é crônica.</p>
<p>            Márcio cativou os estudantes com seu humor, espontaneidade e simplicidade ao tratar temas pertinentes à realidade pessoal e social dos cidadãos caçadorenses. Destacou, entre outros, a importância de se valorizar os pais e os professores como formadores da base da personalidade de cada indivíduo.</p>
<p>            O cronista também apresentou o livro “Antologia Delicatta IV”, trata-se de uma coletânea de poesias, contos e crônicas de jovens escritores brasileiros e portugueses. Três crônicas do escritor caçadorense fazem parte da obra o que impressionou muito os alunos pelo fato de um cronista da nossa terra estar recebendo o reconhecimento a que, com certeza, faz jus devido à qualidade do trabalho que realiza.</p>
<p>            A presença de Márcio na escola foi um momento de alegria, emoção, poesia e aprendizagem. Contribuiu para reforçar a importância da leitura e da escrita como ferramentas essenciais para a apropriação da língua portuguesa. E deixou claro que o escritor é uma pessoa comum e não “um ser encantado” que vive fora da realidade.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff0000;">Professora de Português: Clarice Hauffe</span></p>
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		<title>Máscara branca</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 02:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[dentista]]></category>
		<category><![CDATA[máscara branca]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[  É de suma importância os cuidados com a saúde física: manter uma boa alimentação, praticar esportes, consultar um médico regularmente, entre outros cuidados que tornam nossa vida melhor e mais confortável&#8230; Sem falar é claro, da saúde mental e espiritual: fazer boas leituras regularmente, acreditar em Deus e nos irmãos, praticar atitudes que melhorem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_745" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/dentista-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-745" title="dentista 2" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/dentista-2-300x242.jpg" alt="Fonte: http://realidadecontundente.blogspot.com" width="300" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: http://realidadecontundente.blogspot.com</p></div>
<p> </p>
<p>É de suma importância os cuidados com a saúde física: manter uma boa alimentação, praticar esportes, consultar um médico regularmente, entre outros cuidados que tornam nossa vida melhor e mais confortável&#8230; Sem falar é claro, da saúde mental e espiritual: fazer boas leituras regularmente, acreditar em Deus e nos irmãos, praticar atitudes que melhorem a vida das pessoas ao nosso redor&#8230;</p>
<p>Mas uma boa saúde, seja ela física ou mental, não será possível se não tiver início na boca, no sentido real ou figurado: Na boca está a língua, uma faca de dois gumes, pode ser promotora ou acusadora, agradar ou desagradar, amar ou desamar&#8230; Na boca estão os dentes que contribuem para o sorriso, muitas vezes contagiante, e com a mastigação, essencial para o processamento de uma boa alimentação&#8230;</p>
<p>Numa das visitas à pessoa que me deixa, literalmente, de boca aberta, foi diagnosticada a necessidade de se fazer uma tratamento de canal num dos incisivos superiores. Dali pra gente, foram três dolorosas e demoradas visitas ao dentista&#8230; Na primeira, tivemos que matar o bichinho&#8230; Um dente morto não dói, porém continua exercendo sua função mastigatória, pena que, com o tempo, perde a cor da vida e o branco torna-se cada vez mais escuro até chegar ao tom de um sorrido cor de milho vencido.</p>
<p>Para realizar o assassinato do pobre incisivo indefeso, o dentista colocou um tubo exaustor no canto esquerdo da minha boca, ligou aquela britadeira, gentilmente chamada de broca que só de ouvir já causa arrepios e começou a tortura&#8230; Enfiou, sem dó, as duas mãos em minha boca. Parece que o trabalho estava difícil, de vez em quando sentia alguns cacos de dente deslizando por minha língua e rapidamente serem sugados pelo exaustor&#8230; Até aí, tudo bem. Procedimento normal, o problema é que fiquei mais de uma hora na horizontal com a boca aberta e cheia de ferramentas estranhas, enquanto o homem da máscara branca e óculos estilo para-brisa de kombi bipartida me enchia de perguntas. É claro que não consegui responder nenhuma, pois meu aparelho de fala estava todo ocupado com as ferramentas assassinas do “Máscara Branca”&#8230; Quando fazemos uma pergunta, esperamos uma resposta. Mas se o interlocutor estiver impossibilitado de falar?&#8230; Isso é muito cruel!&#8230;</p>
<p>Finalmente, senti uma puxada que quase levou meu cérebro junto, era a raiz do meu querido dente sendo mostrada ao sol pela primeira e última vez&#8230; Pronto! Aqui jaz um dente, não deve doer mais&#8230; Após uma semana com um curativo tapando aquela cratera, volto ao cara de Kombi para fazer um novo remendo. Desta vez, a orientação era de levantar a mão ao sentir dor, só não fui avisado que a bandeja dos equipamentos estaria em cima do meu tórax trazida por uma mesa móvel&#8230; Doeu e eu fiz o gesto combinado, só vi as ferramentas odontológicas do mascarado voando por cima de mim até encontrar o chão frio e cheio de bactérias. O Máscara branca do zóião de vidro pulou da cadeira assustado, alguém abriu a porta e juntou gente pra ver&#8230; Incrível, como a desgraça, em qualquer nível, tem o poder de juntar populares que buscam mais um assunto para comentar e fofocar&#8230; Depois de tuto reunido e encaminhado para uma nova esterilização, inclusive o dente, tive que voltar na semana seguinte para tapar, definitivamente, o buraco da morte&#8230;</p>
<p>Depois de tudo isso, creio que o cara de kombi bipartida não queira me ver novamente, pois o prejuízo foi muito grande só para uma eutanásia de um incisivo que teimava em doer&#8230;</p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net/"><span style="font-size: small;"><strong>ww.cacador.net</strong></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: small;"><strong>www.portalcacador.com.br</strong></span></a></span></span></p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
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		<title>Visitas interativas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 04:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Damo]]></category>
		<category><![CDATA[visita]]></category>

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		<description><![CDATA[  Tenho um sonho de educador e escritor: Sempre quis visitar diferentes escolas e participar um pouco do cotidiano de cada uma delas, presenciar diferentes realidades e costumes, conhecer novos alunos e professores, enfim, interagir com o mundo escolar que sempre será eclético e muito rico artística e culturalmente. Penso que a escola seja o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter"> </div>
<p>Tenho um sonho de educador e escritor: Sempre quis visitar diferentes escolas e participar um pouco do cotidiano de cada uma delas, presenciar diferentes realidades e costumes, conhecer novos alunos e professores, enfim, interagir com o mundo escolar que sempre será eclético e muito rico artística e culturalmente. Penso que a escola seja o berço das grandes personalidades e é lá que está o meu mundo, em sala de aula, cara a cara com o aluno, sem máscaras nem joguinhos de interesse. Um único compromisso: Lutar por uma educação pública cada vez melhor&#8230;</p>
<p>Finalmente, este sonho está sendo realizado&#8230; Em 2006, já fazia um ano que escrevia semanalmente, fui convidado para palestrar para alunos da Escola Paulo Schieffler, onde, orgulhosamente concluí o curso de magistério em 1999&#8230; Depois disso, visitei a escola <a title="Tabajara" href="http://www.marciogoes.com.br/2006/09/visita-a-escola-tabajara.html" target="_blank">Tabajara</a>, O <a title="Irmão Leo" href="http://www.marciogoes.com.br/2009/07/os-dois-lados-da-moeda.html" target="_blank">Irmão Leo </a>e <a title="Domingos da Costa Franco" href="http://www.marciogoes.com.br/2009/05/uma-sexta-feira-na-domingos.html" target="_blank">Domingos da Costa Franco</a>, sempre a convite das professoras de Língua Portuguesa.</p>
<p>Nas últimas semanas, por conta das olimpíadas da Língua Portuguesa, tenho feito muitas visitas para alunos de oitava série de ensino fundamental e primeiro ano de ensino médio, cujo gênero abordado pelo concurso é Crônica, para realizarmos uma conversa sobre a importância da leitura, análise e produção de texto na vida cotidiana do ser humano.</p>
<p>Primeiramente, a convite da professora Suely, visitei a escola Alcides Tombini, no bairro onde vivi por trinta e cinco longos e felizes anos, conversei com a garotada de oitava série sobre alguns escritos meus e de tantos outros escritores por este Brasil afora. Em seguida, atendendo ao pedido da professora Marlise, pela primeira vez, realizei uma palestra no Wandão do meu coração, fato que me deixou muito emocionado, pois derrubou aquele dito de que “Santo de casa não faz milagres”. Da mesma forma, trocamos figurinhas sobre a prática da leitura e produção dentro e fora de sala&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<div class="mceIEcenter">
<dl id="attachment_739" class="aligncenter"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SantoDamo1.jpg"><img title="SantoDamo1" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SantoDamo1-300x225.jpg" alt="Alunos recebem escritor" width="300" height="225" /></a> </dl>
<dl class="aligncenter">Alunos do Santo damo recebendo escritor</dl>
</div>
<p>Por fim, fiz duas visitas à escola <a title="EEEB João Santo Damo" href="http://escolasantodamo.blogspot.com/" target="_blank">João Santo Damo</a>, uma no matutino e outra no vespertino que incluiu a sétima série na equipe, a convite da professora Maristela que fez um trabalho maravilhoso com seus pupilos a partir dos meus textos&#8230; Ao chegar, já fui abraçado por alguns alunos que, receberam um abraço de quebrar os ossos como retribuição, diante de um pequeno mural dando-me as boas-vindas e um recorte do texto que fiz em homenagem ao meu amigo fiel, <a title="Bilu" href="http://www.marciogoes.com.br/2010/06/amigo-fiel.html" target="_blank">Bilú</a>&#8230; Conversamos, interagimos, trocamos experiências, cantamos, respondi muitas perguntas que revelaram a leitura crítica dos meus escritos e tive a imensa satisfação de autografar alguns cadernos e receber palavras edificantes por parte daqueles adolescentes que se revelaram dinâmicos, críticos, leitores e escritores em potencial&#8230;
<div id="attachment_740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SantoDamo.jpg"><img class="size-medium wp-image-740" title="SantoDamo" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/SantoDamo-300x191.jpg" alt="Visita ao Santo Damo" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Visita à Escola João Santo Damo</p><p style="float: left;"><script type="text/javascript"><!--
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</script></p></p></div>
<p>Mas a minha surpresa maior foi a tarde, quando falava do meu primeiro texto publicado há cinco anos: “O grande condutor”&#8230; Ao perguntar se alguém o tinha lido, uma mão se levantou na pequena multidão daquela sala que transbordava juventude: Era a Bianca, uma aluna que estudava na escola Tabajara visitada por mim, quatro anos atrás. Contou-me detalhes do texto que nem eu lembrava e me encheu de palavras edificantes e emocionantes. É pela Bianca e por tantos outros jovens leitores que continuo escrevendo, pois se as palavras escritas por este utópico professor, permanecem na memória de uma jovem estudante por tanto tempo, é porque de alguma forma tocaram e revelaram alguma emoção&#8230; Enquanto isso acontecer, continuarei escrevendo&#8230; Enquanto escrever, continuarei vivendo, enquanto viver, continuarei presenciando cenas como esta que me dão o combustível necessário para continuar escrevendo&#8230;</p>
<div id="attachment_741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/bianca.jpg"><img class="size-medium wp-image-741" title="bianca" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/bianca-300x225.jpg" alt="Bianca" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Aluna da 8ª série recorda primeiro texto de Márcio Goes</p></div>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net"><span style="font-size: small;"><strong>www.cacador.net</strong></span></a></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: small;"><strong>www.portalcacador.com.br</strong></span></a></span></span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
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		<title>Projeto integração 2010 reúne alunos das Escolas Wanda Krieger Gomes e Esperança</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 02:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[EEB Wanda Krieger]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[    Aconteceu nesta terça-feira dia 22 de junho, nas dependências da escola Wanda Krieger Gomes, a segunda edição do projeto Integração, envolvendo alunos do terceiro ano matutino de ensino médio e do quarto ano do ensino fundamental da escola Esperança, ambas no bairro Martello. Trata-se de um trabalho conjunto entre os alunos das duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div id="attachment_730" class="wp-caption aligncenter" style="width: 403px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/integracao5.jpg"><img class="size-medium wp-image-730" title="integracao5" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/integracao5-300x225.jpg" alt="Professor Márcio Goes e as alunas palestrantes" width="393" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Márcio Goes e as alunas palestrantes</p></div>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>Aconteceu nesta terça-feira dia 22 de junho, nas dependências da escola Wanda Krieger Gomes, a segunda edição do projeto Integração, envolvendo alunos do terceiro ano matutino de ensino médio e do quarto ano do ensino fundamental da escola Esperança, ambas no bairro Martello.</p>
<p>Trata-se de um trabalho conjunto entre os alunos das duas escolas abordando um tema proposto pelas professoras da escola Esperança contextualizado através de dinâmicas, brincadeiras e palestras pelos alunos do terceirão matutino.</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>Para o coordenador do projeto, professor Márcio Roberto Goes, “É importante fugir um pouco da rotina de sala de aula a fim de proporcionar aos educandos novas experiências. Tanto para as alunas do terceiro ano, quanto para as crianças da escola Esperança, esta atividade traz práticas e experiências que serão úteis, principalmente no que tange ao relacionamento humano e o respeito às diferenças”.</p>
<p>Os assuntos abordados este ano foram: Higiene pessoal e a importância da família, tratados de forma dinâmica e criativa pelos formandos de ensino médio.</p>
<p>Para a aluna do terceiro ano, Cristina, a manhã de terça-feira foi de brincadeiras e palestras bem divertidas e houve ampla colaboração das crianças. Para Tatiane, da mesma turma palestrante: “Hoje foi um dia muito especial, pois confraternizamos, ensinamos as crianças sobre higiene e família, para tanto, usamos algumas dinâmicas. É tão bom ver aquelas crianças sorrindo e se divertindo conosco!”. Já para Juliana, uma das alunas palestrantes, “Este projeto Integração serviu para os alunos da Esperança estarem se conscientizando sobre alguns temas muito importantes em nosso dia-a-dia, como higiene e família.”</p>
<p>“As palestras que as alunas do terceiro ano deram foram muito interessantes e importantes para motivar as crianças a participarem mais de atividades de integração”, declara a professora da escola Esperança, Eronildes. Já a professora Kellen, da mesma escola destaca: “Este trabalho veio para acrescentar muito. Promoveu a integração nas brincadeiras, a motivação e a valorização dos alunos.”</p>
<p>Os trabalhos encerraram-se com um lanche especial integrando as duas turmas que socializaram a importância da higiene das mãos antes de se alimentar e da escovação dos dentes após as refeições&#8230;</p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/"></a></span></span></p>
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		<title>A casa azul</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 02:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[casa azul]]></category>

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		<description><![CDATA[    Já faz tempo que não escrevo sobre meu personagem preferido. Estava até com saudades dele e de seu fusquinha azul da cor do céu, da cor de seus sonhos&#8230; Pois bem, João dos sonhos Azuis está de volta e de casa nova. Acontece que nosso protagonista, como qualquer sonhador, espera ansiosamente pela casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/1168302724tB0Y2v.jpg"><img class="size-full wp-image-727  aligncenter" title="1168302724tB0Y2v" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/1168302724tB0Y2v.jpg" alt="" width="300" height="286" /></a> </p>
<p> </p>
<p>Já faz tempo que não escrevo sobre meu personagem preferido. Estava até com saudades dele e de seu fusquinha azul da cor do céu, da cor de seus sonhos&#8230; Pois bem, João dos sonhos Azuis está de volta e de casa nova.</p>
<p>Acontece que nosso protagonista, como qualquer sonhador, espera ansiosamente pela casa própria e enquanto ela não chega, seja pelos planos de habitação do governo, ou por condições próprias, ele vai morando de aluguel.</p>
<p>João morava com sua esposa numa casa há quinze degraus do chão, bonita, confortável, cimento bruto por fora, rosa por dentro, num bairro abandonado, “martellado” e esquecido pelas autoridades, estrada de chão, onde a patrola passa a cada aparição do cometa Halley, sem saneamento básico e castigada pela erosão&#8230; Porém, o local o agradava muito, estava feliz, gostava da vizinhança, do ambiente e da solidariedade que sempre é uma constante no povão dos bairros, pois lá não se tem os mesmos direitos da nobreza central que a cada instante é agraciada por novas melhorias&#8230;</p>
<p>E eis que um dia, desses que parecem ter uma nuvem de maus presságios, ao cobrar o aluguel, sempre pago em dia, a dona do imóvel dá uma notícia que nenhum inquilino gosta de receber: Deveria desocupar a casa num prazo máximo de trinta dias, pois precisaria ser ocupada por uma pessoa da família&#8230;</p>
<p>Triste, cabisbaixo e desolado, nosso sonhador de sonhos azuis parte a procura de uma nova residência para alugar, já que seu cadastro para a casa própria ainda não havia sido aprovado&#8230; Não foi preciso procurar muito, logo encontrou a casa a uma esquina de seu trabalho, azul, da cor de seu fusquinha, da cor de seus sonhos. Seria alugada a princípio, com grandes possibilidades de compra. Mais um sonho azul na vida de um sonhador de sonhos azuis&#8230;</p>
<p>Nosso sonhador “sem-teto” contratou então o caminhão e reuniu os amigos para ajudá-lo nesta missão. A equipe estava lá, na hora marcada, transportando os móveis para fora até que se deram conta de que faltava um pequeno detalhe: o caminhão&#8230; Já passavam sessenta minutos do combinado e nada do veículo aparecer na esquina. Não havia nenhuma explicação plausível para tal fato, até então não se tinha conhecimento de nenhum imprevisto, nem “jogo da seleção” que justificasse a ausência do transporte naquele momento tão importante e conturbado na vida de um sonhador de sonhos azuis&#8230;</p>
<p>Até que um de seus amigos, o menor em tamanho, mas com um enorme coração, liga para um conhecido que vem prontamente com uma caminhonete a fim de salvar nosso sonhador daquela angústia&#8230; Foram quatro viagens a bordo da D20 lotada de móveis que salvaram João daquela espera ansiosa com a mobilha a céu aberto&#8230;</p>
<p>O fato juntou gente, na maioria populares que não contribuem em nada, a não ser para aumentar a multidão de curiosos que sempre aparecem nos momentos hilários e angustiantes de nossa vida. Porém, sete deles arregaçaram as mangas e se bolearam no trabalho para ajudá-lo: eram seus amigos, convidados anteriormente para aquela missão. Sete é o número da plenitude, da perfeição&#8230; E uma amizade plena se comprova nos momentos mais difíceis da vida de um sonhador de sonhos azuis, cor do seu fusquinha, cor do céu, cor de sua casa nova&#8230; A casa dos sonhos do João dos Sonhos Azuis&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net"><span style="font-size: small;"><strong>www.cacador.net</strong></span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: small;"><strong>www.portalcacador.com.br</strong></span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;" lang="pt-BR"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
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		<title>Uma escola guerreira</title>
		<link>http://www.marciogoes.com.br/2010/05/uma-escola-guerreira-2.html</link>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 04:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre que se fala em projetos nas escolas, já fico com as antenas ligadas, pois é através deles que tenho conseguido os melhores resultados no meu trabalho de educador&#8230; Sempre que posso, tento desenvolvê-los nas minhas aulas e, às vezes, pego carona nas boas ideias a nível federal, estadual, ou municipal&#8230; Tem sido assim com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>	Sempre que se fala em projetos nas escolas, já fico com as antenas ligadas, pois é através deles que tenho conseguido os melhores resultados no meu trabalho de educador&#8230; Sempre que posso, tento desenvolvê-los nas minhas aulas e, às vezes, pego carona nas boas ideias a nível federal, estadual, ou municipal&#8230; Tem sido assim com o “Encontro Marcado” promovido pela Unimed e pela 10ª GERED, as “Olimpíadas da Língua Portuguesa” do MEC e tantas outras incitações à valorização dos talentos e habilidades dos nossos alunos&#8230;<br />
	O Wandão mergulhou de cabeça na segunda Feira do Conhecimento que acontece agora a nível regional e estadual&#8230; Visitei cada um dos trabalhos, fotografei, filmei, conversei com alunos e professores e percebi que cada um de nossos estudantes têm  um gênio adormecido esperando por alguém que o ajude a despertar&#8230; Esse alguém deve ser o professor&#8230; Contrariando todas as estatísticas que insistem em ser negativas, nossa escola realizou uma feira de qualidade invejável, mesmo com poucos recursos e apoio limitado das autoridades competentes. Foi difícil para os avaliadores escolherem os melhores trabalhos a serem apresentados na fase regional, uma disputa acirrada com diferenças mínimas entre os melhores&#8230; Mesmo assim, foram escolhidos, a duras penas, dois trabalhos: um a nível de quinta a oitava série, outro a nível de ensino médio&#8230;</p>
<div id="attachment_721" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/CasaEcologica3.jpg"><img src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/CasaEcologica3-300x225.jpg" alt="Primeiro lugar na categoria: Ensino médio" title="CasaEcologica" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-721" /></a><p class="wp-caption-text">A casa Ecológica</p></div>
<p><p>	Porém, o que mais me impressionou, foi o empenho despretensioso dos alunos e professores em busca da prática como consequência da teoria estudada em sala de aula. O resultado não poderia ser outro: sucesso absoluto&#8230; Um evento que mais uma vez marcou a Escola Wanda Krieger Gomes no livro da história da educação de Caçador e região, apesar da mídia não ter dado a devida atenção ao acontecimento, perfeitamente justificável, já que não houve briga, nem morte, nem acidente grave o suficiente para merecer uma capa ou uma manchete de destaque&#8230;<br />
	Mas nossa escola é assim&#8230; Guerreira&#8230; Lutando contra o preconceito e a discriminação constantes entre os seres humanos egoístas, que ainda se julgam uns melhores que os outros. Lá, temos gente de todas as raças, cores, credos, situações sociais e financeiras.. Mas numa coisa existe unidade: Queremos uma escola melhor! Professores, alunos, equipe pedagógica, serventes, amigos da escola, comunidade, famílias&#8230; Todos queremos e precisamos de uma maior atenção ao nosso educandário. A casca está linda, verde, bem estruturada, porém não melhor que a casca mais recente construída no centro que ainda parece merecer maior atenção das autoridades&#8230; Dentro da casca verde do Wanda, encontram-se, laboratórios e biblioteca sem mobiliários, salas de aulas com móveis da sobra de outras escolas em uma obra faraônica e oca. Um curso Técnico em Edificações que só funciona graças à garra dos profissionais e dos alunos que ali constroem os alicerces de uma profissão a nível técnico que mesmo depois de quatro anos ainda carece do mínimo de estrutura&#8230; Só não é mais oca, graças aos seres humanos que a escolheram como local de trabalho e estudo, continuam acreditando na utopia de uma escola perfeita em todos os sentidos.<br />
	As pessoas que estão diuturnamente na escola, fazem sua parte, mas parece que aqueles “lá de cima” só se preocupam em entregar cascas bonitas para servirem de vitrine, iludindo o povo simples aqui embaixo&#8230;<br />
	Nossa escola mostrou-se, mais uma vez, guerreira, lutando e realizando maravilhas, mesmo com a ausência de apoio daqueles que deveriam ser os primeiros a voltar seus olhos para o povo que os elegeu&#8230;</p>
<p>Márcio Roberto Goes<br />
www.marciogoes.com.br<br />
www.cacador.net<br />
www.portalcacador.com.br<br />
Jornal Informe – O diário Regional</p>
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		<title>Mural</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 02:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Freire]]></category>

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		<description><![CDATA[  A cada dia que passa, mais me surpreendo com a rotina escolar, por vezes, a surpresa não é muito agradável, mas esta semana vivi mais uma experiência marcante&#8230; Há dias que via duas colegas pintando o mural do rol de entrada do Wandão&#8230; Devagarinho as cores foram se destacando e revelando diferentes formas&#8230; Era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<p>A cada dia que passa, mais me surpreendo com a rotina escolar, por vezes, a surpresa não é muito agradável, mas esta semana vivi mais uma experiência marcante&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-0121.jpg"><img class="aligncenter" title="Tayana" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-0121-300x246.jpg" alt="" width="300" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-011.jpg"><img class="size-medium wp-image-700  aligncenter" title="Tere" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-011-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Há dias que via duas colegas pintando o mural do rol de entrada do Wandão&#8230; Devagarinho as cores foram se destacando e revelando diferentes formas&#8230; Era possível notar um fundo verde-claro, algumas folhas verdes e flores brancas em ambas as extremidades&#8230;</p>
<p>Certo dia, ao entrar na escola encontro algumas letras rabiscadas a lápis por cima da tinta e no canto inferior direito, o nome do autor: Paulo Freire&#8230; Já fiquei antenado, pois, apesar de ser professor há quase dez anos, só agora tenho a oportunidade de conhecer melhor a obra deste que é considerado o maior educador brasileiro, apesar de ter sido reconhecido somente após desenvolver sua teoria no Guiné-Bissau, pois aqui não tinha credibilidade&#8230; Esta oportunidade sorriu para mim através de minha irmã que cursa o quarto ano de magistério&#8230;</p>
<p>A aula transcorreu normalmente, passou-se um dia letivo, e outro&#8230; Numa hora de folga, olho para o mural, agora quase pronto e, finalmente consigo ler a frase que já estava toda escrita: “Não se pode falar de educação sem amor”&#8230;</p>
<div id="attachment_701" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-002.jpg"><img class="size-medium wp-image-701" title="PauloFreire" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/PCdoB04-002-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Mural da EEEB Wanda Krieges Gomes, Caçador, SC</p></div>
<p>Enquanto ainda contemplava aquela obra de arte, passa pela minha frente um menino, deveria ser de alguma turma que não dou aula. Ele também para por alguns segundos, lê o painel com atenção e fala as seguintes palavras: “Um dia, vai ter uma frase minha aí nesse mural”&#8230; Disse isso meio que divagando entre seus pensamentos, como quem tem a consciência de que ninguém ouviu e, na verdade, não era sua intenção ser ouvido, tratava-se de um grito interior&#8230; Era a alma querendo crescer e pedindo maior empenho do corpo&#8230;</p>
<p>Como me ocorre frequentemente, fiquei com este fato preenchendo minha mente criativa e viajante, confabulando, analisando e tentando saber o que se passa na cabeça de um adolescente que profere estas palavras para si como que se desafiando&#8230; A partir daí percebo o quanto a escola pode transformar a vida de uma pessoa e nós, professores, temos em mãos a maior fortuna da humanidade: o conhecimento que somado com a força de vontade e determinação de alunos e professores pode render muitos bons frutos&#8230;</p>
<p>Espero, sinceramente ver uma frase deste aluno num mural de escola, surtindo tanto efeito quanto esta, apesar de não saber seu nome, qual sua sala, se produz bons textos, se gosta de estudar, se sua família é bem, ou mal estruturada&#8230; Não sei nada sobre este figurante que virou protagonista de meu texto, só sei que se trata de um futuro escritor em potencial, despertado por uma frase que fala da importância de se humanizar a escola&#8230; Algo simples, pintado com tinta guache no mural que antes só servia para inflamar a poluição visual com avisos que nem sempre chamam a devida atenção&#8230;</p>
<p>Um dia, também eu sonhei ser um escritor, tive muito apoio de meus professores, sobretudo na graduação e aqui estou, digitando estas palavras que acabam de ser lidas por você, esperando que, também elas o façam refletir, formar opinião e produzir bons frutos&#8230; Portanto, está na hora de criarmos algo novo, menos maçante e mais proveitoso nas escolas&#8230; Já passou o tempo da cara feia e das filas indianas&#8230; Já não é possível educar com aquelas provas de decorebas, que só provam o quanto somos tolos ensinando um monte de regras e fórmulas inúteis na vida prática ou para o crescimento pessoal de nossos estudantes&#8230;</p>
<p>Está mais do que na hora de despertarmos para o fato de que não trabalhamos com seres inferiores, e sim com seres humanos, nossos semelhantes, que têm um gênio adormecido só esperando por alguém que o desperte&#8230; Porém, antes de despertarmos o gênio de outrem, é necessário acordar o nosso&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><strong>www.marciogoes.com.br</strong></span></p>
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		<title>A solidão do álcool gel</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 02:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[H1N1]]></category>

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		<description><![CDATA[    A solidão é o pior dos sentimentos&#8230; Assola a alma e o coração de qualquer ser humano, ou não, animado, ou inanimado, ativo, ou inerte, útil, ou inútil&#8230; Em agosto do ano passado, vivenciei a extrema valorização de um produto quase em desuso por pessoas normais&#8230; O tal do álcool gel. Todo mundo [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/CRISE-FINANCEIRA-GRIPE.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-694" title="CRISE-FINANCEIRA-GRIPE" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/CRISE-FINANCEIRA-GRIPE-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a></p>
<p>A solidão é o pior dos sentimentos&#8230; Assola a alma e o coração de qualquer ser humano, ou não, animado, ou inanimado, ativo, ou inerte, útil, ou inútil&#8230;</p>
<p>Em agosto do ano passado, vivenciei a extrema valorização de um produto quase em desuso por pessoas normais&#8230; O tal do álcool gel. Todo mundo tratou de se prevenir e adquirir seu potinho para fazer a higienização das mãos, por conta do tal H1N1. Dispensaram-se as aulas, proibiram-se os abraços e aglomerações em locais fechados, difundiu-se, mais do que nunca, a importância da higiene pessoal para nós e para as pessoas que nos rodeiam&#8230; E durante todo este tempo e em todos os lugares, lá estava ele: o álcool gel, seja em potinho, um frasco parafusado na parede, ou em embalagens menores que cabem no bolso e na bolsa&#8230;</p>
<p>Passado o perigo, voltamos a nos abraçar, nos aglomerar, espirrar e tossir sem medo&#8230; E o pobre do miserável do álcool gel foi esquecido, abandonado, deixado de lado&#8230; Já não tem mais tanta importância, já não vale mais a pena aderir a prevenção e a higiene&#8230;</p>
<p>Pobre álcool gel! Agora é só mais um artigo abandonado nas prateleiras das farmácias e supermercados&#8230; De vez em quando lembrado e visitado pelo espanador&#8230; Às vezes, alguém o pega na mão, sente o calor humano momentaneamente, mas é subitamente devolvido, pois existem outros artigos de maior importância a serem comprados&#8230; Não existe mais perigo, não é mais importante usá-lo na limpeza das mãos&#8230;</p>
<p>Mas o perigo está prestes a voltar, por isso já fui vacinado, passei um dia amuado, com sono por conta da reação que, segundo o que se divulga, é leve&#8230; Sendo assim, não quero conhecer a reação pesada, já que não conseguia manter meus olhos abertos durante os dois dias fatídicos seguintes à agulhada no glúteo&#8230; Mas valeu a pena&#8230; Estou imune, não corro mais o risco de ser contaminado pelo vírus da gripe suína que, na verdade, não tem nada a ver com porco&#8230; Aliás, o nome faz sentido, já que um dos fatores de risco é a falta de higiene e, teoricamente a metáfora faz sentido&#8230;</p>
<p>Porém, sou ultra-prevenido e já providenciei álcool gel a fim de imunizar também as pessoas ao meu redor numa possível volta do vírus&#8230; Mas eu sozinho não posso garantir a sobrevivência da espécie dos “álcool-gelicus”, portanto, quero conclamar a todos para me ajudarem a livrar da extinção esta importante espécie criada pelos cientistas, da mesma forma que foi criada, acidentalmente ou não, a própria influenza A, o HIV e tantas outras doenças do mundo moderno&#8230;</p>
<p>Por favor, não deixem o pobre potinho perecer&#8230; Será que ninguém se comove ao ver o miseravinho abandonado num canto escuro das lojas, supermercados e repartições públicas?&#8230; Será que ninguém vai acordar para a importância de salvar o álcool gel da extinção?</p>
<p>Será que vamos nos render novamente ao sistema que diz que tudo o que cai em desuso deve ser descartado?&#8230; Isso se faz com objetos, animais e até seres humanos, por conta de atos desumanos dos seus semelhantes que se julgam melhores só porque têm mais dinheiro ou detêm os meios de produção&#8230;</p>
<p>Parece estranho, mas não é&#8230; Tudo o que não serve aos poderosos deve cair na obsolescência&#8230; é natural que isso aconteça também com o pobrezinho do álcool gel&#8230;</p>
<p>Mas ele voltará, assim que os “grandes” acharem necessário&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Márcio Roberto Goes</strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/"><span style="font-size: xx-small;">www.marciogoes.com.br</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cacador.net/"><span style="font-size: xx-small;">www.cacador.net</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.portalcacador.com.br/"><span style="font-size: xx-small;">www.portalcacador.com.br</span></a></span></span></p>
<p style="text-align: right;" lang="pt-BR"><span style="color: #800000;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Jornal Informe – O diário Regional</strong></span></span></p>
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		<title>Definido pré-candidato a deputado federal pelo PcdoB Caçador</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 05:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Goes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[PCdoB]]></category>

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		<description><![CDATA[  No último sábado, 24 de abril de 2010, reuniram-se a executiva do PCdoB Caçador, filiados e simpatizantes para discutirem e analisarem a atual conjuntura política nacional e estadual, além de traçar o campo de ação para as eleições 2010. Com a presença do pré-candidato a deputado estadual Cezar Valduga, ex-vereador de Chapecó, foram feitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>No último sábado, 24 de abril de 2010, reuniram-se a executiva do PCdoB Caçador, filiados e simpatizantes para discutirem e analisarem a atual conjuntura política nacional e estadual, além de traçar o campo de ação para as eleições 2010. Com a presença do pré-candidato a deputado estadual Cezar Valduga, ex-vereador de Chapecó, foram feitas algumas análises e possíveis alianças para o pleito que se aproxima, além de se confirmar a pré candidatura do professor Márcio Roberto Goes para deputado federal, sendo o único representante caçadorense nestas eleições para este cargo, até então&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/pre.jpg"><img class="size-medium wp-image-691  aligncenter" title="pre" src="http://www.marciogoes.com.br/wp-content/pre-300x248.jpg" alt="" width="300" height="248" /></a></p>
<p>Confirmando o apoio a Dilma Rousseff para presidente e a Ideli Salvati para o governo do estado, os pré candidatos colocaram-se a disposição do partido e uma vez confirmadas suas candidaturas trabalharão para o fortalecimento das lutas populares no meio-oeste catarinense, buscando a eleição de representantes na assembleia legislativa de Santa Catarina e no Congresso Nacional.</p>
<p>Para o pré candidato a deputado federal, Márcio Goes, “é preciso darmos continuidade aos avanços conquistados pelo governo Lula. Muita coisa ainda precisa ser feita para melhorar a vida do povo brasileiro. A base da mudança está nas leis, torna-se necessário melhorá-las e, se for preciso, mudá-las, para tanto necessita-se de uma renovação no legislativo, por isso nos colocamos a disposição para defender os ideais das lutas populares nos legislativos estadual e federal&#8230;”</p>
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