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Mês: março 2010

A Globalização

 

Por: Amariles Paloma Rodrigues

Talentos da escola: Amariles Paloma Rodrigues

Cada vez mais o planeta, pessoas e animais sofrem diariamente com o calor, fome, sede…

Isso acontece porque, as pessoas fazem uma globalização corrupta, sem limites, as florestas estão

sendo destruídas para fazer algo que, muitas vezes, é insignificante, a produção de coisas como eletrodomésticos está aumentando, e essas coisas estão virando lixo rapidamente. Além disso, por causa de dinheiro, vários animais morrem diariamente no mundo todo.

No planeta existe uma lei fundamental tanto para os humanos quanto para os animais. Um bando de animais têm líder que manda e orienta o grupo, as pessoas também têm um líder, para nós é o governo, a única diferença entre os líderes é que no mundo animal não existe dinheiro, portanto não há corrupção. Além dos governos humanos, existe as ceitas que crescem rapidamente e acabam mandando no sistema global, sendo assim, elas ficam mais fortes que os próprios governos.

A extração de recursos naturais do planeta, acontece para fazer a produção de algo tão simples, mas que acaba sendo prejudicial para nós. O mundo todo já perdeu 80%de nossas florestas. Outros recursos naturais como a água, o ar e as montanhas, estão se acabando fazendo com que os fenômenos naturais aconteçam com mais força.

Com o aumento da extração e a diminuição de consciência coisas fabricadas no mundo e que muitas vezes levamos para casa vira lixo em menos de seis meses, esses lixos vão muitas vezes para a incineração. Essas duas formas são prejudiciais ao nosso planeta, sabendo que isso não faz bem para nós, as pessoas tinham que ter consciência, e reciclar porque reciclando diminui o lixo e aumenta as chances de termos uma vida saudável.

Muitas vezes pensamos que ninguém faz nada para ajudar, mas estamos errados. Porquê?

Porque existem pessoas que cuidam do planeta, reciclam e trabalham com consciência, não entram no ciclo de ver, trabalhar e comprar, pensam duas vezes antes de agir, por isso agem com consciência. Faça isso você também, cuide do planeta e pode ter certeza cuidando dele você vai estar cuidando de você mesmo.

Amariles Paloma Rodrigues

Curso: Ensino Médio

Série:1ª Turma 04 Noturno

EEEB Wanda Krieger Gomes

Caçador, SC

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Conscientização

Por: Suelen Alves 

Talentos da Escola: Suelen Alves

 Quando falamos em politica logo vem na nossa cabeça a palavra “ladroagem”. Mas isso não deveria acontecer, deveríamos pensar em “retorno”: de benefícios para a população. Isso infelizmente não chega para nós, porque o que se vê hoje em dia, são políticos que se dizem moralmente corretos nos roubando descaradamente, nos passando a impressão de que não se importam conosco; de que não querem mudar o país, mas sim suas contas bancárias. Parece que não podemos mais confiar em ninguém, está na hora de fazer uma mudança: tirando os desinteressados e colocando gente nova, que vise o avanço do país. 

Hoje isso está assim porque o eleitor também tornou-se desinteressado, vota no primeiro que lhe vem na cabeça; não analisa as propostas. Às vezes é comprado, sem perceber que essa “troca de favores” é também uma forma de corrupção. Há muita falta de conhecimento e falta de querer mudar sua própria vida, o eleitor está conformado com seu salário, com o modo de vida, parece que se conformou em saber que está sendo roubado. E ainda dizem por aí que a politica é uma merda (não encontrei outra palavra). A politica virou no que virou porque relaxamos, não avaliamos direito os candidatos e por desinteresse 

Se isso algum dia vai mudar? Fica difícil de responder, mas se nos unirmos e pensarmos em nós e em nossos futuros filhos, no nosso planeta, que também sente os efeitos colaterais da má-politica com a ideia de querer produzir mais do que pode, se pensarmos em tudo isso estaremos conscientizados e prontos para a mudança. Como eu disse em 2006 na coluna Talentos da Escola, do Jornal Informe: “Espero que desta vez…façamos a escolha certa…” E esta escolha certa começa quando o eleitor parar para ouvir as propostas. Ou é isso, ou o Brasil não vai pra frente. 

  

Suelen Alves 

Acadêmica de Artes Visuais 

UNIARPE – Universidade do Autovale do Rio do Peixe 

Aluna do Curso: Técnico em Edificações  

Série: 2ª – Turma – 05 matutino/vespertino 

E.E.E. Básica Wanda Krieger Gomes  

Caçador, SC 

  

   

 

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Penico voador

Fonte: http://rleite.wordpress.com/2008/11/

João dos Sonhos Azuis recebeu, em seu trabalho, uma notícia nada agradável: a morte de seu pai a trezentos e cinquenta quilômetros de distância. Precisava viajar com urgência… Isso quer dizer revisão no fusquinha da cor de seus sonhos: documentos, extintor, pneus, freios… Tudo em ordem! E o resto? Bagagem, materiais de higiene pessoal, roupa, calçado… É difícil pensar com discernimento depois de uma notícia dessas, afinal não é todo dia que se perde o pai… Lastimável, mas o jeito era engolir a realidade e juntar todas as forças para dirigir seu besourinho até o litoral… Tudo deveria ser organizado o mais rápido possível para seguir viagem de forma segura, apesar do grande abalo emocional que sofrera…

Enfia, então, sua família dentro de seu possante da cor do céu e pega a estrada… Até certa altura permanecem mergulhados num silêncio sepulcral que é quebrado por um de seus irmãos com a seguinte construção frasal: “Preciso mijá”… O recurso foi parar no posto do primeiro trevo… Depois da urinada, nosso sonhador órfão toma o rumo errado: “Estranho este caminho”… Admira-se João… “Não lembro de ter passado por aqui nas outras vezes”… “Estamos perdidos”, declara apavorada sua irmã…

Ao pedir informação, nosso sonhador de sonhos azuis a bordo de seu “herb-blue” descobre que viajou na direção errada por oitenta quilômetros tendo que retornar até o ponto da mijada fatídica, onde morava a confusão…

Enfim, nosso sonhador de sonhos azuis quase abortados pela morte de um ente querido retoma a direção certa para o funeral de seu progenitor…. Transita por estradas precárias onde até caminhões carregados de tora sofrem para fazer ultrapassagens a mais ou menos cinco quilômetros por hora… Finalmente chegam ao destino. João e seus irmãos conseguem velar em paz o corpo de seu pai…

Depois de uma noite inteira sem dormir, a viagem de volta é uma incógnita entre urinadas e buracadas que sempre aparecem de supetão em virtude das defecadas das autoridades na verba pública, tendo que escolher entre chegar vivo, ou inteiro… Precisando carregar bem a bateria de sua bola de cristal para descobrir, antecipadamente, as curvas e obstáculos, já que até a sinalização fugiu para meio do mato com medo do excremento em forma de buracos que abalam o fusquinha celestino e o bolso do nosso sonhador depois do orçamento para os reparos na suspensão que o deixa “mijando na barba” de raiva…

Nada trará seu pai de volta, porém o descaso com a qualidade das rodovias, obriga o João e milhões de motoristas por este Brasil afora a gastarem quantias desnecessárias em reparos que poderiam ser evitados se o dinheiro do pedágio fosse utilizado para os devidos fins… E para agravar, alguém o distrai por causa de um problema que seria perfeitamente resolvido com um penico… Bem, na estrada, nem mesmo penico resolve a diurese, nem a diarreia moral que somos obrigados a suportar por causa do descaso… Culpa nossa! Por que insistimos em confundir urna com penico?… Afinal, muita gente faz na urna (não a funeral, mas a de votação) o que o irmão do João fez naquele posto e o que as autoridades fazem com nossas estradas… Este ano vamos, de novo tentar escolher qual será o menos pior para continuar voando e se regozijando com nosso dinheiro. É preciso analisar muito bem nosso voto para que não ajudemos a encher as cuecas e as meias dos excelentíssimos novamente…

Márcio Roberto Goes

www.cacador.net

www.portalcacador.com.br

Jornal Informe – O diário Regional

Jornal Fonte – Diocese de Caçador

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Minha canção do exílio

Minha terra, palmeiras já não tem

De vez em quando tem um sabiá,

Tucano, “tico-tico no fubá”

Pardais e as gralhas, só de vez em quando,

Pois desmataram suas araucárias…

Minha terra até já foi capital

Da indústria, parreiras e pinheirais…

As indústrias continuam fazendo

Fortuna na mão de obra barata…

As parreiras e os pinheirais?… Cadê?…

Minha terra, sem dúvida, já é

Da plantação de tomate capital…

Porém só vejo um fabuloso parque

Que mesmo no centro ainda não faz

Melhorar a vida do pobre povo …

Não aprendi a plantar, sequer colher…

Não sou corruptível politiqueiro…

Só sei usar estas poucas palavras

Parafraseando Gonçalves Dias

Pra com elas escrever meu protesto…

Na minha pequena “Canção do exílio”

Sem métrica, nem rima

Venho pedir socorro ao povo pobre

Pois, com amor, desta terra sou filho.

Terra que enobrece quem já é nobre,

Enquanto o povão, nos bairros sofre…

Márcio Roberto Goes

www.cacador.net

www.portalcacador.com.br

Jornal Informe – O diário Regional

Jornal Fonte – Diocese de Caçador

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